O empreendedorismo digital em questão no Brasil
Enviada em 24/04/2022
O filósofo Raimundo de Teixeira Mendes, em 1889, adaptou o lema “Ordem e Progresso” não só para a Bandeira Nacional Brasileira, mas também para nação que, atualmente, enfrenta inúmeros empecilhos para o seu desenvolvimento. Lamentavelmente, entre eles, destaca-se o empreendedorismo digital, problema recorrente no corpo social brasileiro. Essa realidade se deve, principalmente, ao trabalho exaustivo e a dificuldade de engajar o público.
Deve-se pontuar, de início, que o empreendimento exige inovação e criatividade em seus métodos. Nessa perspectiva, fundamenta-se a lógica do ator Charles Chaplin, “as grandes proezas da história foram conquistas daquilo que parecia impossível”, em outras palavras, o sucesso é fruto do nosso esforço. Na prática, há uma controvérsia com relação a essa lógica, visto que, os empreendedores digitais estão se cansando rapidamente de acompanhar as constantes mudanças no mercado digital, na qual gera um trabalho exaustivo para qua os mesmos se mantenham em destaque com relação a concorrência. Dessa forma, é importantíssimo tomar devidas providências para que esse cenário melhore.
Outro ponto relevante, nessa temática, é a dificuldade de engajamento com o público que os criadores de conteúdos digitais enfrentam. Sob essa ótica, o Instagram, rede social de compartilhamento de fotos e vídeos, reconhece que um bom engajamento deve variar de 1% a 5%. Para os influenciadores digitais que empreendem na internet, atender à esse percentual é desafiador, uma vez que, existe uma grande cobrança externa sobre o que é produzido. Ademais, esse mundo digital conta com a presença de haters, que são pessoas que disseminam ódio nesses espaços, dificultando ainda mais o crescimento de um blogueiro, influencer, etc.
Portanto, é preciso que os órgãos governamentais, tal como as prefeituras, desenvolva a elaboração de cursos gratuitos que promovam o entendimento concreto sobre o que é o empreendedorismo digital e suas dificuldades, divulgando os mesmos através da distribuição de panfletos nas ruas e de anúncios nas rádios locais, a fim de formar cidadões seguros de si, e capazes de suportarem as complexidades que esse mercado tem a oferecer.