O empreendedorismo digital em questão no Brasil
Enviada em 27/05/2022
Desde o início da década de 70, com o crescimento dos processos de urbanização e industrialização, o setor terciário da economia ganhou força, abrindo espaço para o mercado informal. Dessa maneira, a quantidade de empreendedores vem crescendo desde então e em, entretanto, torna-se cada vez mais difícil de se obter sucesso nesse ramo, principalmente no digital. Assim sendo, a principal causa disso é a negligência da educação financeira nos colégios que marginaliza jovens empreendores, fazendo com que grandes empreendimentos sejam inalcançáveis para os iniciantes.
Em primeiro plano, o ensino tradicional das escolas não se preocupa com matérias que não abrangem os vestibulares e concursos, negligenciando o aprendizado daqueles que sonham em empreender digitalmente. Em vista disso, possíveis mentes brilhantes para o mercado são desperdiçadas já que não tem base estudantil sufifciente para desenvolver ideias e alcançar o nível de grandes empresas consolidadas na internet. Logo, segundo Tommas Hobbes, “O homem é o lobo do homem”, ou seja, a própria escola e seus métodos acabam por inibir o sonho de alunos.
Como consequência disso, apenas uma parte da população atinge seus objetivos e consegue se profissionalizar para obter sustento. Segundo dados de estudo do UOL, o número de trabalhadores informais diminuiu em quase 2 milhões, enquanto os empreendedores formalizados cresceram 1% . Nesse âmbito, milhões de jovens não tem oportunidades e acabam se frustrando em suas carreiras de empresas digitais. Urge, portanto uma reação do governo para solucionar esse problema.
Infere-se, portanto, que o Brasil precisa de incentivos no setor de empreendedorismo. Sendo assim, é de fundamental importância que o Ministério da Educação crie projetos educacionais sobre a parte financeira do estudo, promovendo palestras e aulas sobre investimentos e administração digital. Desse modo, espera-se que o Brasil avance e exponha seus talentos no empreendedorismo.