O empreendedorismo digital em questão no Brasil
Enviada em 02/06/2022
Empreendedorismo digital como solução em meio à crise sanitária e econômica
Lojas virtuais, redes sociais, propagandas digitais, criptomoedas, atendentes virtuais. O empreendedorismo digital no Brasil já é uma realidade lucrativa. Tal como em outros países, o comércio on-line nacional tornou-se uma alternativa viável não só como solução para prestação de serviços básicos durante a pandemia, como também na inclusão de pequenos empresários no mercado.
Com o avanço da pandemia do novo Coronavírus, as atividades essenciais para o mercado como compra e venda foram interrompidas devido à necessidade do distanciamento social. Diante disso, o empreendedorismo digital surgiu como solução viável para economia nacional, uma vez que atividades simples como comprar, vender e consumir tornaram-se possíveis com os aplicativos digitais, que ofereceram serviços com qualidade e agilidade aos envolvidos. A exemplo disso, pode-se citar os serviços de delivery, plataformas de aulas, tele-consultas e pagamentos digitais como a modalidade em “pix”.
Além disso, essa modalidade permitiu a inserção de pequenos empresários numa conjuntura empresarial com a possibilidade de vendas em lojas virtuais, nas redes sociais de acesso gratuito como: “WhatsApp, “Instagram”, “Youtube” e “Telegram”, uma vez que essas plataformas não cobram taxas de serviços, impostos ou tarifas fiscais. Outrossim, também não necessitam de grande mão de obra para funcionar. Dessa forma, a redução de despesas operacionais e encargos ficais elevam a margem de lucro aos prestadores de serviços e consumidores de mercadorias.
Infere-se, portanto, que o comércio online brasileiro é rentável em diversas situações. Logo, a continuidade dessa modalidade numa situação pós pandemia pode trazer benefícios tanto para os compradores que terão maior comodidade na prestação de serviços, como para os vendedores que aumentarão as possibilidades de lucro em suas atividades. Nesse sentido, cabe ao poder legislativo regulamentar essa categoria e ao SENAC (Serviço Nacional do Comércio) propor treinamentos e palestras para os microempresários, visando garantir maior qualidade nos atendimentos e serviços de suporte ao consumidor.