O empreendedorismo digital em questão no Brasil
Enviada em 17/08/2022
Discute-se com frequência, como o empreendedorismo digital cresce na vida cotidiana dos indivíduos. É notório, no qual a comodidade de fazer tarefas que seriam feitas em lugares específicos, agora, estando com acesso à internet, você pode fazer em qualquer lugar em que estiver conectado, fazendo com que os negócios virtuais aumentam. Porém, nem todo empreendedor brasileiro possui recursos para empreender digitalmente, e nos tempos atuais é de fundamental importância estar cada vez mais conectado.
Deve-se destacar, primeiramente, que a instabilidade financeira promove o cenário nefasto, capaz de prejudicar aqueles que estão com incertezas de começar em um novo ramo da vida. Sob esse viés, é possível perceber que com a pandemia ocorreu diversas mudanças no comportamento brasileiro, assim também como o empreendedorismo digital segue em constante movimento.
De acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) indica-se que durante a pandemia, a taxa de empreendedores digitais individualizados aumentaram em 27%. Isso demonstra, portanto, que milhares de vidas se transformaram através da internet, tornando a vida dos cidadãos mais facilitada. Ademais, observa-se que no Brasil, no ramo digital, o percentual de mulheres é muito baixo comparado aos dos homens. Logo, o incentivo gerado pelo governo é uma das melhores formas de mudar este percentual no ramo, já que a criatividade feminina é muito maior que dos homens e a chance de sucesso no mercado é muito grande.
Portanto, é de fundamental importância que o Estado tome providências para amenizar o quadro atual. Para o baixo percentual de mulheres no ramo, urge que o Governo federal em parceria com o Ministério da comunicação crie programas incentivadores, a fim de aumentar o número de mulheres no ramo. Como também para que ocorra a diminuição da insegurança acerca da instabilidade financeira, urge que o Ministério da economia lance um programa de crédito, para estimular mais empréstimos que darão 80% do valor emprestado, ofertando crédito para empresas que possuem mulheres no quadro societário.