O empreendedorismo digital em questão no Brasil

Enviada em 22/08/2022

É notório que no Brasil, o empreendedorismo tem crescido de forma avassaladora, após o Brasil ter tido necessidade de acalmar o comércio. Apesar do empreendedorismo social ser um dos quesitos necessários para minorar situações de risco social e promover a melhoria das condições de vida de um círculo social. Tal ação, na realidade brasileira, não é usual, visto que o combate à pobreza é ineficente, evidenciando a distinção da obra com a conjuntura do País. Diante dessa perspectiva, cabe avaliar a falta de empatia no desenvolvimento econômico aliado às dificuldades na diminuição das desigualdades sociais.

Diante disso, atualmentre, o crescimento econômico é sempre colocado em primeiro plano escanteado os valores éticos nas ascenções sociais do empreendedorismo. Nessa concepção, o termo especismo exemplifica suasnecessidades. Frente a isso, essas ações diferem dos ideais da Organização das Nações unidas, as quais as atitudes da geração atual não podem prejudicar os recursos das gerações futuras. Logo, é evidente que a raça humana prioriza somente o presente, ato que inviabiliza o bem-estar social e consequentemente o empreendedorismo social.

Além do mais, a necessidade do empreendedorismo faz parte de um sistema que exclui minorias na obtenção de oportunidade, tal fato é evidente no mercado de trabalho. Perante isso, segundo dados do IBGE, o Brasil possui cerca de 3,5 milhões de desempregados. Nesse sentido a exclusão dos grupos minoritários da disputa por ocupação , é uma consequêcia, muitas vezes, da falta de oportunidade ja que as pessoas pobres não conseguem uma formaçãode qualidade, socialmente os cargos de baixa renda. Portanto, o empreendedorismo social possui importâcia transformadora nesse processo, para que, as distinções sociais não sejam uma realidade.

Em suma, medidas devem ser tomadas para desenvolver o empreendedorismo social, em evidência no Brasil. Dessa maneira, cabe ao ministério do desenvolvimento social promover, por meio de políticas de assistência coletiva e de inclusão produtiva, a sistematização na criação de novas empresas visadas a melhorar a qualidade de vida das classes desfavorecias.