O empreendedorismo digital em questão no Brasil
Enviada em 21/08/2022
O fechamento de uma das maiores varejistas da terra brasileira fundada pelo empresário Ricardo Nunes, a Ricardo Eletro entrando em falência ficando sem condições para continuar ativa, sendo uma das causas a resistência de adotar uma digitalização ao contrário das suas concorrentes, não só da ascenção do comércio on-line que a empresa Amazon fez ganhando imenso destaque neste tipo de mercado nestes últimos anos, desta maneira é de extrema importância abordar sobre o empreendorismo digital em questão no Brasil.
André Pimentel, sócio da empresa (Performa Partners), a qual atua na assistência/ajuda nos resultados de outras empresas, além de ser um especialista em recuperação juridicial afirma que “Para ele, a resistência na construção de uma operação e-commerce completa foi outro erro. Não souberam entender entender para onde o varejo estava indo.”
Outro ponto a ser observado é o caso de uma outra varejista que tomou o mercado brasileiro nesses últimos anos, a Magazine Luiza, a qual fez um investimento pesado no modelo venda “omnichannel” (unifica a loja, o site e centro de distribuição para que funcionem em conjunto), sendo a Magazine fosse uma das primeiras ao fazer isso no Brasil. Isso foi fundamental para que em 2019 tenha começado a valer mais de 36 bilhões de reais, cerca de seis vezes mais que a via varejo. “A varejista de Franca (SP) vale em torno de R$ 36 bilhões, seis vezes mais que os R$ 6 bilhoes da controladora do GPA”, diz a Exame Invest.
Portanto, podemos notar que a tedência do mercado atual está mais voltada para a internet e as ciências da tecnologia, mesmo que os poucos vendedores ainda tenham que lutar pelo mínimo de visibilidade do seu produto nestes novos meios de venda, porém a solução disso pode ser que os dois ministérios: Ministério do Estado da Ciência, Tecnologia e Inovações; Ministério da Comunicação ajudem no aumento da visualização na a população esses pequenos negócios e diminuir a notoriedade desses grandes marketplaces. Assim, nunca mais teremos casos como o da varejista Ricardo Eletro.