O empreendedorismo digital em questão no Brasil

Enviada em 19/10/2022

Com a ascenssão do “Getulismo” -chegada do Ex-Presidente Getúlio Vargas ao poder- o Brasil começou a se modernizar tecnologicamente. Entretanto, somente na atualidade, o empreendedorismo digital ganhou força nacional. Porém, apesar deste acarretar muitos benefícios, tráz, também, inúmeros malefícios.

Primeiramente, entre as origens mais fulcrais desse debate aponta-se a modernização e o alcance do objeto empreendido como os principais benefícios. Digitalmente, o mundo está inteiramente conectado, e, dessa forma, as informaçôes chegam mais rápido ao colo , ou melhor, às telas, do público alvo. Assim, não há “tempo perdido” para o empreendedor em ação e, por consequência, seu produto vende mais e com menos esforço, afinal, segundo Maquiavel, em “O Príncipe”, a facilidade está inteiramente ligada ao prazer.

Em contra partida, o meio digital ainda não é um ambiente democrático para todos. Segundo o ilustre naturalista Charles Darwin e sua teoria de “Seleção Natural”, em uma comunidade, os seres não apresentam e nem adquirem característica de forma homogênea (requer tempo e interação). Dessa forma, em uma sociedade civilizada, não se pode deixar pata trás quem não consegue acompanhar determinados padrões -como idosos que têm menos insentivo a tecnologia; camadas sociais com menos resursos financeiros e, assim, impossibilitados de adquirirem aparaelhos tecnológicos- pois, além de perperndicular a ideia de humanidade é anticonstitucional.

Portanto, fica evidente que o empreendedorismo digital no Brasil tem seus elementos positivos e necessários, todavia, requer compromisso e justiça para se consolidar de maneira igual para todos. Sendo assim, o govendo de cada estado, alinhado ao insentivo financeiro do Governo Federal, deve promover, por meio de compra e destribuição de aparelhos celulares munidos de curso gratuito de empreendedorismo financeiro na internet, criado por porfissionais especializados contratados pelos mesmos, para todos os chefes de família em população de baixa renda e para as pessoas com mais de 60 anos. Pois, somente assim, além de “armar” tecnologicamente, também, estará educando a população e o empreendedorismo digital no Brasil poderá ser latente e assensível para todos.