O empreendedorismo social e o combate à pobreza no Brasil

Enviada em 28/10/2019

Segundo John Rawls, faz-se necessário atingir um equilíbrio para almejar diminuir as diferenças. Posto isso, é perceptível que as camadas mais fragilizadas precisam de um suporte maior em todos os aspectos. Nessa contexto, o empreendedorismo social desempenha um papel importante para essa população. Dessa forma, faz-se necessário incentivar mais essas iniciativas, proporcionando   melhores condições  a essa classe.

Deve-se pontuar, de início, que grandes empresas podem atuar nessas questões. Nessa lógica, corporações como a Rede Globo, Vitarela, dentre outras juntam-se e promovem o Criança Esperança, no qual o dinheiro arrecadado é revertido para projetos sociais. Além disso, a ONG Afroreggae propicia uma atuação direta na sociedade carioca com esportes, reforço escolar e cursos profissionalizantes, estimulando, assim, as pessoas a terem melhores expectativas de vida. Desse modo, segundo Immanuel Kant, o Imperativo Categórico, indivíduo que pratica boas ações sem utiliza-las como meio para se atingir algo, é estimulado na sociedade.

Em contrapartida, ainda é imprescindível um amplo apoio a essas atitudes. Nessa perspectiva, de acordo com Émille Durkheim, vivemos em uma sociedade orgânica, a qual é individualista. A partir disso, é evidente que caso não haja um apoio aos projetos existentes e uma viabilização para o surgimento de outros, o número tende a cair exponencialmente. Ademais, de acordo com o IBGE, 25% da população brasileira vive em extrema pobreza, e com isso o país pode voltar ao mapa da fome. Sendo assim, o amparo a esses casos deve ser tratado de forma prioritária.

Diante dos fatos apresentados, elucida-se, portanto, a necessidade de se fomentar essas ações propiciando uma evolução na amenização do problema. Nesse sentido, medidas são necessárias para a resolução do impasse, das quais merece destaque uma atuação maior da mídia em junção com o Ministério do Desenvolvimento Social. Taís influentes devem ampliar a divulgação desses intentos nas televisões, rádios e mídias digitais. Isso deve ser feito com a presença dos organizadores dessas feituras e profissionais do marketing, a fim de angariar mais ajuda e estimular novas iniciativas. Além do mais, o Ministério da Educação, com as aulas de empreendedorismo já existentes, devem informar melhor aos alunos sobre essas situações. Dessarte, segundo John Rawls, poderá haver um maior equilíbrio na nação.