O empreendedorismo social e o combate à pobreza no Brasil
Enviada em 31/08/2019
Economia Solidária é um conceito originado no século XIX, e configura-se comum nos países Europeus. O presente fenômeno consiste num sistema de aquisição de bens e serviços por meio de permutas, essas ações, estimulam a cooperação entre os envolvidos e reduz o consumo desnecessário, já que tem como resultado o beneficío de ambos os envolvidos. Nesse contexto, é válido mensionar a relevância do emprendedorismo social para as classes menos favorecidas, visto que, assim como na Economia solidária, o objetivo desses négócios é fomentar o desenvolvimento social e a redução das disparidades entre as classes.
A priori, é válido mensionar que as empresas sociais promovem melhorias na qualidade de vida nas periférias do país, por meio de projetos voltados para a àrea da saúde, educação, e principalmente geração de empregos, contribuem, assim, para o desenvolvimento social. Por outro lado, de acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) cerca de 168 milhões de pessoas vivem em condições vulneráveis. Portanto, ao considerar que esses centros corporativos tem por objetivo inserir uma população carente no mercado de trabalho e que todos os lucros são convertidos em beneficíos para essas pessoas, infere-se que esses negócios reduzem as disparidades entre as classes sociais.
Outrossim, é essencial pontuar que de acordo com o portal de notícias Estadão, o número de empresas solidárias tem crescido. Tal conjuntura ilustra a necessidade de manutensão desses projetos, já que esses negócios visam comungar beneficíos a população carente.
Em suma, é evidente que o empreendedorismo social contribui para a diminuição dos índices de pobreza no país. Para efetivar projetos como esses, no território brasileiro, urge que o Sebrae crie campanhas que divulguem a importância de ideias empreendedoras nas comunidades, bem como periferias, favelas e bairros pobres. Esta ação terá o intuíto de contribuir para a geração de emprego e renda para as pessoas que possuem menos recursos financeiros. Valoriza-se, assim, a cidadania.