O empreendedorismo social e o combate à pobreza no Brasil

Enviada em 27/08/2019

No Brasil, há uma grande concentração de renda nas mãos de poucos. Diante disso, é perceptível que o número de pessoas em situação precária no país é grande. Logo, é possível apontar alguns aspectos como o alto índice de desigualdade e a falta de investimentos em ajuda para problemas sociais.

A priori, segundo pesquisas estatísticas de 2017 do IBGE, o índice de pobreza aumentou  e atingiu 54,8 milhões de pessoas. Uma vez que, com o passar dos anos esses dados encontram-se elevados, há também uma alta na quantidade de moradores de rua que não têm o básico para sobreviver. Dessa forma, é fato que não há uma política e um empreendedorismo voltados para a população de baixa renda no país.

Segundo uma frase proferida pelo cantor Tupac, “eles conseguem dinheiro para a guerra, mas não conseguem acabar com a pobreza”. Assim, é possível associar essa frase com o desinteresse das grandes empresas em criar maneiras de ajudar socialmente e economicamente os necessitados. Mas, apesar disso, estão sempre ativas no mercado e disputando entre si.

Em suma, conclui-se que é necessário o aumento do investimento em ajuda aos pobres por empresas, como uma alternativas para a diminuição da desigualdade social. Depreende-se, portanto, que bancos e multinacionais devem criar programas de facilitação para a solicitação de empréstimos e produtos que através de suas compras ajudem as regiões carentes, divulgando-os midiaticamente e através de propagandas nas ruas, a fim de diminuir o desnivelamento social.