O empreendedorismo social e o combate à pobreza no Brasil
Enviada em 24/10/2019
O empreendedorismo social seria uma possibilidade de combate à pobreza no Brasil. Mas, existem diversas dificuldades para solicitar créditos. Além disso, a taxa de juros é absurdamente alta e também é um processo bastante burocrático e lento. Esses são os principais impasses enfrentados pelos microempreendedores. Logo, investir em um negocio é algo arriscado devido aos empecilhos citados.
Dessarte, até pouco tempo atrás, 75% das empresas abertas não chegavam ao seu quinto ano de vida. Ou seja, a regra é quebrar, dar certo é a exceção. Diante disso, é normal que as pessoas nem cogitem o negócio próprio como alternativa de futuro. Vale salientar, que muitos jovens são inspirados por pessoas que criaram grandes empresas e enriqueceram, como por exemplo mark zuckerberg, criador do “Facebook”. Por conseguinte, muitos dos jovens são incentivados a entrarem nesse ciclo empresarial, mesmo sendo algo instável.
Ademais, a midia romantiza o empreendedorismo como algo fácil e garantia de sucesso, nada poderia estar mais longe da verdade. Empreender é trabalho duro, sacrifício, e resistência para enfrentar grandes dificuldades. Essa romantização transformou-se em uma verdadeira “corrida do ouro”, onde jovens procuram o caminho de abrir suas próprias empresas na expectativa de enriquecerem rapidamente.
Em suma, a glorificação do empreendedor que a sociedade vem fazendo leva muitas pessoas a entrarem nessa onda sem pensar e sem se preparar, e tira o valor e o mérito de quem consegue alcançar o sucesso. Cabe ao Estado intervir no desemprego crescente do país, selecionando novas empresas para firmar parcerias no Brasil, como as lojas de telemarketing que necessitam de uma demanda maior de funcionários, além de fornecer cursos técnicos gratuitos nas instituições de ensino, como o SENAI, para aumentar a qualificação profissional dos civis e a inserção no mercado de trabalho.