O empreendedorismo social e o combate à pobreza no Brasil
Enviada em 29/10/2019
É de conhecimento geral que a pobreza está presente no Brasil desde a época da colonização e que se intensificou com o passar do tempo. Nesse sentido, hoje o país enfrenta com um dos maiores índices de desigualdade social do mundo, isso acontece devido a falta de organização de investimentos que promovam a criação de novos empreendimentos e também pela falta de incentivo escolar nessa área. Logo são necessárias medidas governamentais e midiáticas para reverter esse cenário.
Em primeira instância, é importante lembrar, que já existe no país o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômica Social. Porém, devido a ineficiência da administração, grande parte desses recursos são aplicados em empresas grandes e/ou em outras áreas, algo que não deveria ocorrer, uma vez que a função do BNDES é fomentar e incentivar novos empreendimentos no país. Sob esse viés, muitas pessoas deixam de iniciar novos negócios devido as dificuldades enfrentadas na questão do capital, agravando ainda mais o desemprego e a pobreza no país.
Ademais, vale destacar, também, que segundo a teoria do liberalismo econômico, desenvolvida por Adam Smith e utilizada por grande parte dos países desenvolvidos hoje, a educação é a solução para o trabalhador e possibilidade de exercer sua cidadania. Nesse âmbito, é evidente que a escola tem um papel fundamental para o combate a pobreza, porém no Brasil o tema sobre empreendedorismo social é pouco apresentado em salas de aula. Como consequência, a população em geral não tem iniciativa própria ficando muitas vezes sem emprego ou em trabalhos pouco remunerados.
Urge, portanto, a necessidade de medidas para combater a miséria e fomentar a iniciativa social de empreender. Dessa forma, para tornar o BNDES eficiente, é indispensável que o atual ministro da economia, Paulo Guedes, promova uma reforma nesse sistema que priorize o investimento em pequenas empresas, buscando assim incentivar seu crescimento e aumentar o número delas no país, aumentando consequentemente o emprego e diminuindo a pobreza. Já para inserir a educação empreendedora nas escolas brasileiras, cabe ao Ministério da Educação, em conjunto a Secretária do Trabalho promover debates e aulas sobre a importância de criar os próprios negócios, para que assim cresça o número de pessoas com iniciativas para iniciar novas empresas. Só assim, a pobreza histórica presente no país poderá ser revertida.