O empreendedorismo social e o combate à pobreza no Brasil

Enviada em 02/11/2019

Desde a formação dos Estados no século XV, iniciou-se a cobrança de impostos pelo governo. Hoje, no Brasil, é o que mais atrapalha as empresas no país. Com isso, os cidadãos sofrem com a falta de empregos, e não se encontra um ambiente agradável para o empreendedorismo social no país, atenuando a pobreza na sociedade brasileira.

É evidente que, infelizmente, devido a alta cobrança de impostos, empresários deixam de investir e gerar empregos no Brasil. Segundo a Sebrae, 1 a cada 4 empresas fecham antes de completar 2 anos no mercado. Com essa extrema burocratização do governo, todos os anos iniciativas privadas fecham, extinguindo vários empregos.

Paralelamente a isso, lamentavelmente, a miséria perpetua no país. Em suma, as empresas já consolidadas não conseguem desenvolver o empreendedorismo social, que são projetos que visam resolver algum problema social, como a pobreza. Logo, o Estado precisa resolver isso o quanto antes.

Portanto, diante desse problema, o governo precisa desburocratizar e reduzir a cobrança de impostos, para que empresas invistam no país e gerem empregos, além do estímulo ao desenvolvimento de projetos sociais para combater a pobreza. Assim, como declarou o filósofo germânico Hegel, o Estado é o pai da população, e tem o dever de cuidar dos seus filhos.