O empreendedorismo social e o combate à pobreza no Brasil
Enviada em 30/01/2020
Nota-se na sociedade atual que a extrema pobreza com difícil acesso as necessidades básicas, como água limpa, é preocupante. Com isso, para ajudar a diminuir esse número empresas com grandes nomes criam os conhecidos “negócios sociais”. Porém como todo comércio a necessidade de lucro é o principal objetivo dificultando o interesse de investidores nesses projetos.
Em primeiro lugar, é notável o impacto do empreendedorismo social no combate a pobreza. Isso porque levam á lugares de uma enorme carência o acesso a todo ser humano, que por uma lei falha, deveriam ter. Um exemplo disso é a PeG com seu projeto de água pura já limpou mais de 13 bilhões de litros de água infectada distribuindo os saches paras as comunidades mais carentes. Mesmo doando alguns desses produtos, a empresa vende 10 unidades por 14 reais em sites como Mercado Livre mostra assim que o lucro também é importante, se tornando um enorme problema.
Eventualmente, ao se abrir uma empresa por menor que seja é necessário um investimento tanto de tempo quanto de dinheiro, sendo esse um dos maiores desafios do empreendedorismo social. Isso porque o capitalismo envolve a nossa sociedade a muito tempo que é uma barreira para no extermínio da pobreza. Como o filósofo Karl Liebknecht diz “a lei básica do capitalismo é “você e eu” não “você ou eu”, já que sem a ajuda do governo fica difícil uma sociedade ajudar se a cultura é sempre quer sair por cima.
Por fim, nota-se que o principal desafio é o dinheiro com isso o governo deve por meio de leis e distribuição melhor dos impostos ajudar essas micro empresas sociais a se tornarem mais fortes. Isso ajudaria mais pessoas com pensamento empreendedor a se interessarem no assunto, já que o mais difícil alem do lucro é a falta de apoio por parte do governo nesses projetos. Deve mostrar também por meio de propagandas a realidade de muitas comunidades, deixando a sociedade um pouco menos egoísta tornando cada vez mais você e eu.