O empreendedorismo social e o combate à pobreza no Brasil

Enviada em 03/02/2020

Nota-se na sociedade atual que a extrema pobreza com difícil acesso as necessidades básicas, como água limpa, é preocupante. Com isso, para ajudar a diminuir esse número empresas com grandes nomes criam os conhecidos “empreendedorismo social”. Porém, como todo comércio ânsia de lucro é o principal objetivo, o que dificulta o interesse de investidores nesses projetos.

Em primeiro lugar, é notável o impacto desse negócio social no combate à pobreza no Brasil. Isso porque esses projetos levam a lugares de uma enorme carência o alcance das necessidades básicas a todo ser humano, que por uma lei falha, deveriam ter. Um exemplo disso é a PeG com seu programa “água pura” já limpou mais de 13 bilhões de litros de água infectada, distribuindo os sachês para as comunidades mais carentes. Mesmo doando alguns desses produtos, a marca vende 10 unidades por 14 reais em sites como Mercado Livre, mostra assim que a renda também é importante, se tornando um enorme problema.

Em segundo lugar, ao se abrir um empresa por menor que seja é necessário um investimento tanto de tempo quanto de dinheiro, sendo esse um dos maiores desafios do empreendedorismo social. Isso porque o capitalismo envolve a sociedade a muito tempo, deixando a população egoísta sendo tudo movido a dinheiro. Como diz o filósofo Karl Liebknecht “a lei básica do capitalismo é “você e eu” não “você ou eu”, já que sem a ajuda principalmente do governo fica difícil um povo prestar assistência.

Com isso, ao fim do texto é notável que o principal desafio desses negócios sociais é o dinheiro. O governo deve por meio de leis e criação de projetos, que ajudam a dar com uma maior renda a algumas propostas de programas sociais a chance de criação de mais empresas que ajudam milhões de pessoas, já que o desestimulo sem dinheiro é um grande problema.