O empreendedorismo social e o combate à pobreza no Brasil
Enviada em 02/04/2020
No Brasil existem muitas pessoas que já utilizam o empreendedorismo social em várias regiões para tentar diminuir a pobreza no país e tentar trazer novas ideias para a sociedade.
O empreendedorismo social diferentemente de ONGs ou empresas comuns procuram solucionar problemas sociais visando rentabilidade. Seu público-alvo principal são pessoas que estão excluídas do mercado tradicional, sendo assim ajuda a diminuir a pobreza e a desigualdade ao passo que oferecem a mesma oportunidade a todos.
Em primeiro plano, o empreendedorismo social faz-se necessário para promover cidadania, educação, inclusão e a redução das desigualdades sociais, porque, o Brasil, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) possui uma realidade de 15,2 milhões de pessoas que vivem abaixo da linha da extrema pobreza no país. Com isso, o Estado deveria investir mensalmente em projetos de empreendedorismo social, visto que além de contribuir para a manutenção dos avanços sociais ainda proporcionam um aumento na economia, uma vez que a realização dos projetos nacionais e suas aplicações podem trazer soluções inovadoras para resolver os problemas sociais do país.
O desemprego corrobora para a intensificação da pobreza no país. Isso pode ser verificado pelo levantamento de dados realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) 13 milhões de brasileiros. Desse modo, a falta de emprego é diretamente proporcional a pobreza, pois sem renda, é complicado de se manter em um país que ocupa o décimo lugar no ranking mundial de desigualdade.
O Estado deve combater o desemprego crescente do país, selecionando novas empresas para firmar parcerias com o Brasil, como as lojas de telemarketing, criar eventos como o festival de cultura, a Feira Preta, além de fornecer cursos técnicos gratuitos nas instituições de ensino, como o SENAI, para aumentar a qualificação profissional dos civis e a inserção no mercado de trabalho.