O empreendedorismo social e o combate à pobreza no Brasil

Enviada em 01/04/2020

A pobreza é um mal que assola a sociedade desde sempre, porém, foi extremamente intensificado após o processo da Revolução Industrial, criando uma enorme desigualdade social entre as pessoas. No Brasil, não foi diferente. A desigualdade, infelizmente, é uma realidade mais que presente na sociedade brasileira, com grande parte da população sendo considerada pobre, tendo que, necessariamente, recorrer ao empreendedorismo social.

Sabe se que, com o passar dos anos e o avanço da tecnologia, as desigualdades foram cada vez mais acentuadas. O governo, por sua parte, criou diversos programas sociais para ajudar os mais necessitados, tais como “Minha casa, Minha vida”, “Bolsa Família”, “Farmácia Popular”, dentre outros, porém, não é o suficiente para uma população tão grande como a do Brasil. É notório que é uma ajuda enorme para pessoas que vivem na extrema pobreza, mas, não é o suficiente para tirá-los dessa situação miserável.

O empreendedorismo social chega com uma proposta inovadora. Uma maneira de empreender sem buscar, necessariamente, o lucro, e sim, a ajuda as pessoas pobres e carentes. O “Instituto Chapada” é um bom exemplo deste empreendedorismo. Os mesmos prestam ajuda às escolas de ensino público, apoiando a formação continuada de professores e gestores, também auxiliando na criação de redes colaborativas com o intuito de fortalecer o ensino formal e políticas públicas de educação.

É visível que, nesse caso, o empreendedorismo social seria completamente viável, portanto, seria necessário que o governo federal investisse nesse tipo de iniciativa, tornando-as mais presentes na vida das pessoas que necessitam de seus serviços, para que, finalmente, a população carente possa viver de maneira mais digna, com direitos iguais àqueles que tem condições para manter uma vida boa e mais confortável.