O empreendedorismo social e o combate à pobreza no Brasil
Enviada em 02/04/2020
É de senso comum que no Brasil há diferentes classes sociais. Na vista situação, é de bom tom criar projetos realizados por grandes empresas no intuito de combater a pobreza, mas estes nem sempre são bem vindos no meio empreendedor, então consequentemente há a necessidade de realização de serviços solidários pela classe empresarial, também vista como a mais favorecida na comunidade.
A discrepância social é uma realidade comumente retratada, de diferentes formas. Sejam elas em noticiários ou até mesmo em filmes e séries voltados ao entretenimento e conscientização do povo. Um exemplo disso é o documentário Sabotage: O Maestro do Canão, que conta a história de Mauro Mateus dos Santos que, em busca de atingir seus objetivos no meio da música, enfrenta diretamente a desigualdade social pela sua condição de vida humilde.
Estima-se que, em 2016, 52,8 milhões de brasileiros se classificavam abaixo da linha de pobreza do Banco Mundial, equivalendo a 25,7% da população do país. Sabendo então, medidas sociais são necessárias para combater tal condição e, dentre elas, surgiram iniciativas de empresas nacionais e multinacionais, organizações com fins lucrativos direcionados a esse assunto, entre outros.
Para isso, a empresa Ambev, fabricante de bebidas instituiu uma forma de ajuda, que consiste em uma linha produtiva de água chama AMA, que destina todos os fins lucrativos à pessoas que vivem no semiárido e não tem acesso ao saneamento básico.
Em suma dos assuntos apresentados, é então explicitamente necessário que haja medidas tanto governamentais quanto de empresas privadas para desenvolver e apoiar projetos que ofereçam amparo às classes mais prejudicadas financeiramente, e assim melhorar a situação nacional.