O empreendedorismo social e o combate à pobreza no Brasil
Enviada em 31/03/2020
O empreendedorismo social no Brasil pode ser considerado ainda um tema em construção. Mas já é notada a sua importância e impacto na realidade social, mundial e brasileira. Uma pesquisa da União Europeia realizada nas maiores economias do mundo, colocou o Brasil como o segundo lugar entre os países com maior tendência para o empreendedorismo. Por meio da sua atuação, ele é capaz de acelerar o processo de mudanças, oferecendo produtos e serviços de qualidade à população excluída do mercado tradicional, ajudando a combater a pobreza e diminuir a desigualdade.
Nas grandes crises é que as pessoas, mesmo que isoladamente, empreendem mais, criam mais, inovam mais, transformam para melhor e conquistam aquilo que necessitam. Basicamente, um empreendedor não abre uma empresa porque está desempregado e precisa encontrar uma maneira de fazer dinheiro. Esse geralmente é o comportamento típico de quem simplesmente abre um negócio. Bem diferente disso, um empreendedor abre uma empresa porque enxerga uma oportunidade e investe nela. A partir disso, com a geração de um novo negócio, é necessário que se tenha funcionários. Contudo, com a geração de novos empregos, a tendência é a diminuição do índice de desempregados.
Pode-se tomar como exemplo o caso de Steve Jobs, fundador da empresa Apple, que com a visão de empreendedor, começou seus negócios na garagem de sua casa. E o dinheiro obtido para o investimento foi através da venda de um veículo de sua propriedade.
Portanto, no Brasil não é tão simples assim, o valor dos impostos são muito altos, o que impede, na maioria das vezes, as pessoas de abrirem seus próprios negócios.
Diante disso, observa-se que medidas são necessárias para resolver esse impasse.
Para que maior parte da população tenha a oportunidade de ingressar na carreira de empreendedor, seria necessário que o Governo diminuísse o valor de seus impostos, pois assim, com mais oportunidades, mais empresas. Com mais empresas, mais empregos.