O empreendedorismo social e o combate à pobreza no Brasil
Enviada em 20/03/2020
Após a guerra fria, o capitalismo se tornou o modelo econômico mais utilizado no mundo, tendo como uma de suas principais características a concentração da riqueza nas mãos de poucos e muitos outros na pobreza. Analogamente, de acordo com a ONU, o Brasil ocupa o sétimo lugar entre os países com maior desigualdade social no mundo. Portanto, vê-se necessário medidas para diminuir essa diferença de classes no país. Assim sendo, um dos principais meios para diminuir a pobreza é o empreendedorismo social, visando empregar os cidadãos e educá-los para que sejam mais qualificados no âmbito laboral.
Em primeiro ligar, vale salientar que o desemprego é um dos principais causadores da pobreza, a final, sem trabalho, sem salário. Conforme dados do IBGE, em 2019, mais de 300 mil brasileiro estavam desempregados. Desse modo, fica claro a importância de empregar esses cidadão, no intuito de reduzir a pobreza na nação e consequentemente a desigualdade social.
Ademais, outro fator imprescindível para a minimização da miséria no país é educar os cidadãos, para que eles sejam mais qualificados para o mercado de trabalho. Como o pensamento do filósofo Paulo Freire, se a educação sozinha não muda a sociedade, sem ela tampouco a sociedade muda. De acordo com essa ideia, faz-se necessário ensinar, principalmente, a população mais carente do país, a fim de lhe garantir melhores oportunidades de emprego, retirando, assim, esse grupo da miséria.
Diante de tal contexto, cabe ao Governo, em conjunto com empresas, buscar educar e qualificar os cidadãos, majoritariamente a população mais carente do país. Tal ação deve ser feita por meio de cursos e aulas que adequem e adaptem ao ambiente e a essa população, diminuindo o entrave do transporte desse grupo até o ambiente educacional . Além disso, após educá-los, cabe às empresas possibilitar a contratação destes. Assim, por meio da educação, a miséria nacional diminuirá e consequentemente a desigualdade social.