O empreendedorismo social e o combate à pobreza no Brasil
Enviada em 01/04/2020
Desde a expansão mercantilista, o comércio passou a ser a base da economia, modificando a estrutura e possibilitando mobilidade social. Atualmente, a atividade comercial ainda significa um caminho para a ascensão econômica e combate à pobreza, pois movimenta o mercado dá oportunidade para aqueles que possuem baixa formação acadêmica. Entretanto, o empreendedorismo enfrenta obstáculos para o seu crescimento no Brasil.
A priori, o ato de empreender representa uma saída para as pessoas que têm dificuldade em conseguir emprego por não ter a educação básica completa. No filme “A Fantástica Fábrica de Chocolate”, a dono da fábrica conta a história de como, ainda criança e deixado pelo pai, foi em busca de seu sonho, até conseguir construir sua industria. Assim, esse filme representa um exemplo de que, mesmo sem a devida formação, alguém pode obter sucesso financeiro por meio da criatividade, enfrentando a pobreza que assola milhares de brasileiros, como é o casos de comércios, por exemplo docerias, hamburguerias e locais de serviços estéticos. Porém, a falta de apoio financeiro e de obtenção de investimento limita o aumento de atividades empreendedoras.
Outrossim, a movimentação de capitais modifica o cenário do país, ao abrir mais ofertas de trabalhos. De acordo com o IBGE, existem cerca de 24 milhões de trabalhadores autônomos. Desta forma, esses indivíduos, além de adquirir seu próprio sustento, podem contribuir para a geração de empregos, ao realizar contratações; gerando uma atividade econômica que, por aumentar o poder de compra, é refletida em todas as áreas da sociedade. Mas, o auto número de impostos e taxas cobrados pelo Estado, desencadeiam uma balança comercial desfavorável para o empreendedor, que impede seu crescimento e pode resultar, até mesmo, em sua falência.
Fazem-se necessárias, portanto, atitudes que incentivem o empreendedorismo social no Brasil. Deste modo, a instituição privadas podem realizar projetos que impulsionem os investimentos a profissionais autônomos, através de parcerias com grandes empresas que forneçam o auxilio financeiro e material, buscando dar um apoio maior para aqueles que estão iniciando suas carreiras. O Governo, também, deve realizar planos para fortalecer a economia, por meio da diminuição de impostos cobrados a pequenos comércios, ajudando a aumentar a produção e as tocas comerciais, combatendo a pobreza e expandindo as oportunidades geradas a partir da expansão mercantilista.