O empreendedorismo social e o combate à pobreza no Brasil
Enviada em 10/04/2020
O empresário considerado um dos homens mais ricos do globo e fundador da Microsoft, Bill Gates investe seu sangue e dinheiro para ajudar o grande problema do sistema de saneamento básico na Nigéria - país extremamente pobre. Porém, ao contrário de Bill, que tomou a decisão afastado de interesses, muitos empresários brasileiros precisam de motivação e incentivo para caminhar na estrada do empreendedorismo social. Contudo, autoridades estatais da economia não contemplam, devidamente, tais ações.
É indiscutível a importância de empresas que pensam na sociedade paralelamente ao capital. Ademais, atitudes como a indústria de bebidas Ambev vale destacar a sua decisão adversa ao novo coronavírus, produzindo álcool em gel para doações. Esses atos de caráter quantioso ajuda a combater impasses sociais, seja de aspecto coletivo ou desigualitária.
Consoante ao pensador francês Edgar Morin, a política passa incessantemente pelo conflito entre realismo e utopia, dessa maneira, é possível nivelar dentre as duas características, ou seja, o governo é capaz de acolher ideais de grandes empresas, como a Ambev, para tornar o mundo dos negócios mais humanístico.
Portanto, o Ministério da Economia, adjunto a economistas e administradores, deverá propor novas missões às instituições privadas, onde há maior concentração monetária, por meio de incentivos fiscais, ou seja, doação de terrenos ou investimentos financeiros, a fim de incentivar outros empreendimentos à aderir as causas. Destarte, o problema será solucionado gradativamente.