O empreendedorismo social e o combate à pobreza no Brasil

Enviada em 17/05/2020

A Primeira Revolução Industrial, ocorrida entre XV e XVIII, chegou ao Brasil trazendo a necessidade de construção das principais infraestruturas de transporte e escoamento de mercadorias. Nesse contexto, surgiu uma figura marcante no empreendedorismo brasileiro: O Barão de Mauá, que ficou conhecidos por seus inúmeros projetos comerciais, entre eles primeira ferrovia do país, que gerou empregos seja em sua construção, seja para a sua conservação. Análogo a isso, atualmente muitos empresários apostam no empreendedorismo social, que além de combater a pobreza, consegue impactar positivamente o âmbito da saúde. Logo, são necessárias ações governamentais junto à empresas privadas, visando a integração desse sistema como combate à pobreza no Brasil.

Atualmente, 25,6 milhões de pessoas, vivem com menos de R$ 406,00 mensais por pessoa, de acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Dessa forma, o empreendedorismo social surge como uma maneira de aumentar a renda desses indivíduos e contribuir com o combate à miséria. Tal situação é ilustrada no projeto da empresa Rede Asta, que investe na produção de acessórios, como bolsas e itens de decoração, feitos por mulheres artesãs de baixa renda. Além de oferecer novas possibilidades às profissionais, a empresa atua com o foco de erradicação da pobreza, impactando positivamente a vida de muitas famílias brasileiras.

Ademais, o empreendedorismo social atua no âmbito da saúde, promovendo a execução de medidas para indivíduos que não dispõem financeiramente de verba para determinados tratamentos. Dessa forma, o hospital Graac opera com uma equipe, unindo pesquisadores e iniciativa pública e privada, objetivando tratar pacientes com câncer. Além disso, são oferecidos outros suportes, como terapia ocupacional e atendimento psicológico. Segundo relatórios da instituição, no ano de 2017 foram feitas mais de 2.181 cirurgias. Logo, observa-se como o empreendedorismo social atinge de maneira benéfica inúmeros indivíduos brasileiros que necessitam de tratamentos hospitalares.

Portanto, é sabido que o empreendedorismo social está relacionado ao combate à pobreza no Brasil. Desse modo, o Ministério do Trabalho deve propor um acordo que atue diminuindo os impostos dos empresários que gerarem empregos à população de baixa renda, objetivando o aumento lucrativo desses indivíduos e também dos proprietários. Além disso, empresas privadas devem investir em propagandas por meio das redes sociais, com o intuito de arrecadar doações para instituições voltadas para o amparo da população carente, como é o caso do Graac. Logo, assim como Barão de Mauá, os empreendedores brasileiros colaborariam com o combate à pobreza no país.