O empreendedorismo social e o combate à pobreza no Brasil

Enviada em 14/06/2020

A dependência entre vassalagem e suserania, conforme vista na Idade Média, tornara-se um ciclo infinito, uma vez que, devido a isso, a concentração de renda, no Brasil, é demasiada desigual. Perante isso, modernamente, o empreendedorismo social visa amenizar os efeitos da desigualdade, em função de melhoria dos problemas sociais. Para isso, é inegável, as empresas definirem um novo capitalismo e unir-se às Organizações Não-Governamentais (ONG’s).

A priori, de acordo com Epicuro, filósofo grego, a essência do ser humano é a busca pela auto-satisfação. No presente cenário capitalista, significa possuir, a cada dia, recursos financeiros aliado a não verificação da importância com os meios para atingir tal meta, como exemplo, McDonald’s, já que despreza a saúde física do consumidor. Embora, com o surgimento de empresas que adentraram em questões sociais, cria-se um novo conceito para o sistema capitalista, com o objetivo de mostrar a solução da desigualdade. Logo, é necessário apresentar este conceito para que a filosofia de Epicuro satisfaça aos dois extremos.

Outrossim, as ONG’s buscam atender os mesmos problemas, contudo carecem de doações frequentes, com isso, deixam de abranger mais cidadãos no projeto. À vista disso, com empresas sociais parceiras, há a certeza de que não faltará recursos para a continuação do projeto. Nesse sentido, o problema da empresa “Aravind” - que fornece cirurgias a custos baixos -, torna-se mais sociável e frequentado para a população de baixa renda ou nenhuma.

Em suma, portanto, é cabível fornecer medidas para o país se tornar mais igualitário. Para isso, o Ministério da Economia, em parceria com órgãos responsáveis de variadas situações sociais, deve expor a informação do funcionamento desse tipo de empresa e a quantidade de ONG’s, por meio de instrumentos comunicativos, com efeito apelativo, para que empresários possam avaliar e investir, a fim de tornar a sociedade mais harmoniosa.