O empreendedorismo social e o combate à pobreza no Brasil
Enviada em 25/09/2020
A Constituição Federal de 1988 tem, como um de seus princípios, a valorização da livre iniciativa na sociedade. Dessa maneira, tem-se que o empreendedorismo é um direito civil dos cidadãos brasileiros. Além disso, a criação de empresas e empregos é de fundamental importância para a manutenção da economia, ao garantir a alocação de recursos e dinheiro para os indivíduos. Sob essa perspectiva, cabe ao Governo Federal realizar a manutenção do empreendedorismo social como forma de combate à pobreza na nação brasileira.
Primordialmente, é necessário ressaltar que a disposição do crédito no Brasil é extremamente elitizada. Isso posto, tem-se que os empreendedores menores encontram muitas dificuldades para tomar empréstimos bancários. Em contraste, os grandes empresários tomam empréstimos com juros muito menores e com muito mais benefícios. Portanto, tal diferença causa uma desigualdade social, ao estagnar algumas pessoas na pobreza e outras na riqueza.
Ademais, com a recessão econômica em que o mundo está passando em decorrência da pandemia do covid-19, da emergência climática e das tensões políticas, o fomento ao empreendedorismo torna-se cada vez mais necessário. Tal necessidade existe pelo fato dessa ser a única maneira de gerar riqueza e garantir renda ao cidadãos brasileiros. Entretanto, devido as incertezas mercadológicas, o Estado deve mediar as contratações de crédito para que haja um desenvolvimento sustentável no que tange a ascensão de novas empresas no país.
Diante dessa breve análise, faz-se necessário que o Poder Público tome medidas eficientes para estruturar um empreendedorismo social no Brasil. Para isso, o Congresso Nacional pode, por meio de projeto de lei, subsidiar crédito bancário para pequenas empresas. Tal medida garantirá o desenvolvimento da economia e do trabalho. Além disso, haverá aumento de renda e de consumo por parte dos cidadãos, o que “aquecerá” ainda mais a economia e diminuirá a pobreza generalizada.