O empreendedorismo social e o combate à pobreza no Brasil
Enviada em 05/11/2020
Cogita-se com muita frequência sobre o empreendedorismo social como estratégia econômica. Observando-se o panorama histórico, é perceptível instabilidade no âmbito da economia, como em 1929 com a queda da bolsa de valores, e em 2020, com a pandemia da Covid-19, na qual causou inúmeros desempregos, afetando negativamente a vida do proletariado. Diante de tal circunstância, tal adversidade tornou-se um incentivo para a abertura de novos negócios, por parte dos cidadãos, visando uma melhor qualidade de vida. Sendo assim,houve um aumento na entrada feminina no mercado e a expansão de profissionais autônomos.
É incontestável o aumento no número de mulheres no meio profissional. De acordo com o site “o Globo”, os dados de tal temática são coerentes com a média nacional, que aponta que hoje as mulheres representam 48% dos Microempreendedores Individuais (MEI), desse modo elas ajudam a alavancar a economia do Brasil significativamente. A partir de 1962, as mulheres tiveram acesso ao seu próprio CPF, permitindo a abertura de uma conta particular no banco e desde então a economia brasileira tem sido movimentada pela população feminina seja com a criação de negócios, com a geração de empregos ou com o investimento na educação financeira de delas .
Ainda convém lembrar, a expansão dos profissionais autônomos. A maior aliada para esses “empresários” nessa crise foi a Internet,na qual proporcionou a migração rápida do negócio físico, para um online.Tendo em vista, que baseou o seu atendimento nas redes sociais ou nos aplicativos de conversação,obtendo bons resultados, já que o custo de manter esse comercio é mais barato, pois o indivíduo trabalha em home oficie e conquista o seu lucro.Tais afirmativas, são concretizadas através dos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad),divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE),apontando que o número de trabalhadores por conta própria chegou a 24,6 milhões de pessoas.
Diante do exposto,é indubitável que ações devem ser efetivadas, afim de desenvolver mais ainda tais teses .Logo,é necessário que o governo em parceria com instituições financeiras,apoiem com maior credibilidade financeiramente o empreendedorismo feminino,aderindo o seu “networking”(que consiste em uma rede de contatos),agindo como por exemplo o SEBRAE. Ademais, é necessário que o Ministério do Trabalho e o Ministério da Educação ofereça mentorias semanais e atividades didaticaas, como educacao fianceira e conrole de marking , nas escolas a partir do fundamental, para que os cidadaos obtenham maturidade finaceira, tendo em vista que tais serao o futuro da economia e que impulsionaram o mercado.