O empreendedorismo social e o combate à pobreza no Brasil
Enviada em 06/01/2021
Displicência, pobreza e dificuldades. Apesar do Brasil haver o Ministério da Economia, que garante a execução e manutenção administrativa financeira, o país convive com celeumas decorrente da ausência de investimentos em pequenas empresas. Tal situação de imperícia é evidenciada na telenovela, da rede globo, “A dona do pedaço”. Fora da teledramaturgia, a nação brasileira presencia dois dilemas: a escassez de capital para microempreendedor e os desafios da expansão de microempresas no mercado de trabalho. Desse modo, comprova o estado de desorganização social.
Em contexto inicial, é inegável que existem fatores negativos para desenvolver o empreendedorismo social, visto que é pertinente a falta de recurso incial financeiro. Além de fazer parte de um problema segregacionista, percebe-se as negligências das autoridades governamentais atrelada a essa conduta, uma vez que o intervencionismo estatal é intrinsecamente dominante nesse processo. De forma análoga, a obra supracita confirma tais imprudências ao demonstrar na trama as dificuldades de Maria da Paz, uma confeiteira, em abrir seu própio negócio, por não possuir auxílio financeiro. Hodiernamente, observa-se essa problemática, prova disso o Portal de Indústrias divulgou que cerca de 20% das dificuldades de solicitar créditos é pela exigência de garantias pessoais pelas empresas. Com isso, destaca a latente necessidade de reverter esse cenário.
Ademais, é fundamental salientar as dificuldades do crescimento dos empreendedores no comércio, visto que a ausência de estratégias de divulgação criam entravés significante ao acesso no mercado de trabalho. Tal situação vai de encontro com as idéias de anomia social do filósofo Émile Durkheim, que destaca que a sociedade cria momentos de interrupções das regras que regem os indivíduos, afentando o desenvolvimento social. Nesse sentindo, faz-se necessário que o Estado crie estratégias para solucionar esses impasses.
Em suma, entende-ser que é necessário ,para redução da probreza, a intensificação do empreendedorismo. Para que isso ocorra, o Ministério da Economia deve criar leis, em parceria com grandes empresas, disponibilizando empréstimos não burocráticos para microempreendedores, assim porporcionando recursos para o desenvolvimento desses espaços. Como também, com apoio da mídia desenvolver divulgação de pequenas empresas, a fim de garantir seu crescimento financeiro, com isso ampliando o fluxo do comércio e garantindo a economia autónoma.