O empreendedorismo social e o combate à pobreza no Brasil
Enviada em 11/01/2021
O Brasil é um país de inúmeras riquezas. Desde a sua descoberta esse fato foi relatado, por exemplo, na carta de Pero Vaz de Caminha ao rei de Portugal. Contudo, é notável que essa riqueza é desastrosamente administrada, já que mais de 13 milhões de pessoas vivem na extrema pobreza, segundo dados do site Agência Nacional. Aos que estão acima dessa linha e não conseguem trabalho, o empreendedorismo virou uma forma de sustento. Essa disparidade é uma forma de desestabilizar as estruturas de um país, ou seja, um lado consome demasiadamente e o outro mal consegue.
A priori, é sabido que o empreendedorismo no Brasil ultrapassa a marca de mais de 600 mil pessoas - de acordo com André Bona do site Negócios & Tecnologia; já o empreendedorismo social é algo que ainda está ganhando espaço nos andaimes brasileiros. Uma das grandes representações desse novo marco é o aplicativo “Ifood”, o qual possui uma parte que é possível fazer doações de comida ou dinheiro a pessoas sem condições financeiras. No mesmo aplicativo, o usuário pode também beneficiar o entregador dos restaurantes com quantias em dinheiro, categoria que está inclusa no subemprego.
Posteriori. o combate à pobreza no Brasil é uma questão muito ampla e de complexa solução. Um exemplo dessa realidade é o auxílio do governo (Bolsa Família), o qual ajudou e ajuda muitas pessoas, mas não solucionou a questão da pobreza. Ademais, é necessário uma mudança estrutural dos padrões sociais, a fim de fazer a melhor distribuição das riquezas do país e proporcionar uma sociedade mais justa. Mesmo que não erradicasse totalmente a pobreza, ao menos iria proporcionar uma realidade melhor e mais otimista que a atual.
Portanto, diante do empreendedorismo social e do combate à pobreza é notável que é uma longa jornada, mas não impossível. A partir de uma maior e melhor propagação do empreendedorismo social e do que ele pode ocasionar; por meio das mídias sociais, por exemplo, um maior número de investidores seria alcançado. Com isso, famílias necessitadas poderiam ser ajudadas e uma forma de inverter os quadros de extrema pobreza seriam possíveis. Ademais, o Brasil iria movimentar sua economia com esses investimentos, beneficiando o Estado e sua população.