O empreendedorismo social e o combate à pobreza no Brasil

Enviada em 27/05/2021

As leis fundamentais, segundo o liberal John Locke, é a vida, a liberdade e a propriedade. Paralelamente à máxima, empreender é fundamental para corroborar o capitalismo, uma vez que impulsona o capital. Nesse sentindo, o empreendedorismo social, apesar de existir a intenção de lucrar, contrapõe o rendimento individualista, haja vista que usa-o para o bem-estar de um grupo vulnerável. Entretanto, refernte ao combate à pobreza no Brasil, tal projeto poderia ser usado somente como interesse privado. Diante disso, faz-se necessária a análise dos benefícios e malefícios do empreendedorismo social.

Em primeira análise, o empreendedorismo social pode ser usado como co-agente, juntamente com o Estado, para implantar soluções que visam a erradicação ou a diminuição de indivíduos em situação de pobreza. Nesse sentido, o chamado ‘‘capital social’’, pode reverter problemas e alcançar lugares e pessoas que as políticas públicas não pode, através do dinheiro. Desse modo, a compra de alimentos e roupas, atendimento médico e saneamento básico, pode auxiliar no desenvolvimento do indivíduo carente. Além disso, pode reerguer socialmente o cidadão, ofertando oportunidades como cursos e até empregos. Desse modo, o prescrito ratifica a máxima atribuída por Bernado Kliksberg, na qual afirma que ‘‘As interlações entre cultura, capital social e desenvolvimento precisam ser mais valorizadas, sobretudo na luta contra a pobreza’’.

Em segunda análise, na série Gigantes da Indústria, do canal The History, vivencia como foi construída os primórdios da maior nação capitalista e seus custos e, no final, alguns do responsáveis doam parte de suas fortunas por reconhecer os danos causados à humanidade. De maneira análoga à série, o empreendedorismo social, mesmo que beneficie certo grupo, pode ser usado somente como descargo de consciência. Nesse sentido, grandes empresas auxiliam somente para benefício próprio, para fortificar suas empresas e dar a imprenssão de que querem o bem para o povo, mas só querem lucrar à custa de uma situação deplorável. Desse modo, não buscam soluções reais e omitem a verdadeira situação, como as 14,5 milhões de pessoas vivendo em extrema pobreza segundo o Governo federal. Diante disso, esse panorama suscita ações governamentais que auxiliam no problema.

Diante dos argumentos supracitados, fica evidente como o empreendedorimo social tem benefícios e malefícios. Portanto, para que haja efeitiva mudança, é ncessário queo Ministério da Cidadania, em parceria com empresas privadas, invista no empreendedorismo social, como levamantamento de recursos que permitam a compra de insumos básicos que seria ofertados à tais pessoas carentes. Tal projeto seria feita por meio dos próprios impostos já coletados, a fim de combater a pobreza.