O empreendedorismo social e o combate à pobreza no Brasil

Enviada em 01/06/2021

A Guerra Fria, período marcado pela disputa indireta entre Estados Unidos e União Soviética, resultou na expansão do capitalismo para grande parte dos países ao redor do mundo. Esse modelo econômico, no Brasil, alinhado à fatores da colonização, gerou uma enorme desigualdade social que, infelizmente, afetou de maneira negativa a vida de milhares de indivíduos. No que tange à sociedade hodierna, devido a essa situação, a pobreza se tornou um grave problema no país, que deve ser combatida por meio de ações como o empreendedorismo social. Em primeiro plano, segundo Platão, filósofo grego, “o importante não é viver, mas viver bem”. Todavia, no que se refere a situação de pobreza que muitos brasileiros passam, atingir a máxima proposta pelo filósofo é algo muito difícil, tendo em vista que a concentração de renda no país afeta diretamente essas pessoas. Nesse contexto, outros problemas como a fome e o aumento da violência nas cidades são intensificados devido a essa mazela social, uma vez que a falta de recursos financeiros, em modelos capitalistas, dificulta a aquisição de alimentos, o que leva muitos indivíduos a optarem por métodos ilegais, como assaltos, para se sustentarar. Sendo assim, é de suma importância que a pobreza no Brasil seja combatida. Ademais, no mundo atual, a divulgação de notícias por meio de aparelhos móveis é algo muito fácil, de modo a favorecer a padronização dos conteúdos que circulam na internet. Nesse viés, ideias inovadoras, normalmente, possuem grande destaque nesse meio, como é o caso do empreendedorismo social, que é a grande esperança para combater a pobreza no Brasil. Esse conceito se baseia na doação de parte do lucro obtido para a realização de investimentos em setores carentes da sociedade e, felizmente, as suas ideias foram divulgadas para inúmeras empresas que estão localizadas no país. Logo, é essencial que esse tipo de relação comercial seja incentivado por parte do Estado. Torna-se evidente, portanto, que o empreendedorismo social é o melhor caminho para combater a pobreza e suas consequências. Para tanto, cabe ao Estado brasileiro realizar incentivos fiscais para grandes e pequenas empresas que adotem esse modelo, com o intuito de estimular a circulação de dinheiro para esse importante setor em ascensão. Com isso, quiçá o modelo econômico expandido durante a Guerra Fria se torne menos desigual e a pobreza se torne um problema raro no país.