O empreendedorismo social e o combate à pobreza no Brasil
Enviada em 02/06/2021
No filme À Procura da Felicidade, conta que por muito tempo, o banheiro de uma estação de metrô de São Francisco foi onde Chris Gardner dava banho e dormia com seu filho pequeno. Sair daquela situação virou a sua máxima prioridade, e para isso bateu de porta em porta em diversas empresas. Depois de muitas frustrações, conseguiu ser contratado em um programa de estágio não-remunerado, tornou-se corretor e acabou abrindo sua própria empresa. Observamos o quanto essa situação acontece em muitos países, mas muitas pessoas não conseguem empreender por conta própria, por conta da pobreza extrema e da falta de recursos para esses cidadãos, afim de que isto afeta no futuro desenvolvimento do país.
Em primeira análise, o empreedorismo é uma função bem comum em maioria, vizando o crescimento econômico de uma família/pessoa que está disposta a sair de uma vida conturbada. Contanto, muitos cidadãos não tem o direito dessa proposta, já que seus fundos e meios de economia não são válidos, ocorre em boa parte da população muito pobre. Uma prova concreta desse fato é a pesquisa realizada pela Associação dos Micro Empreendedores Brasileiros em 2019, onde é fixado que 60% daqueles que querem criar o próprio negócio não possuem capital o suficiente, se optarem por investimento ou linhas de créditos nos bancos, são barrados pelas infinidades de documentações e avalistas, tornando bem dificultativo o processo de abertura de um novo negócio.
Ademais, o empreendedorismo tem a capacidade de promover o desenvolvimento econômico em um país. Portanto, podemos notar que é possível que o grande número da falta de recursos pode afetar sim o país, e levar um futuro desastre econômico extremo. O Brasil possui uma grande parte da população com pobreza extrema, a falta de preparo e oportunidades o excluem dessa sociedade e das oportunidades expostas para um grande negócio próprio. Contudo, observamos que muitos empreendedores são pessoas com uma capacidade e lucro mais em conta, ou seja, habitantes que não vivem na pobreza constante, conseguindo desenvolver um capital com mais facilidade e obtendo mais oportunidades do seu próprio negócio no mercado de trabalho.
Por fim, o governo deve apresentar medidas urgentemente para essas pessoas, pois o Brasil necessita de empreendedores no futuro próximo. Para que o Brasil cresça economicamente de forma a reduzir as taxas de pobreza, como já vem sendo feito na Índia nos últimos 30 anos, é necessário criar ações para viabilizar e fortalecer empreendedorismo social. Com esta oportunidade mais avançada, inúmeros habitantes da pobreza poderão investir, ganhando oportunidades e melhorando suas condições de vida, chegando ao ponto de diminuição do número elevado de pessoas vivendo nessas terríveis condições.