O empreendedorismo social e o combate à pobreza no Brasil
Enviada em 13/07/2021
Nascido em 1818, o sociólogo Karl Marx afirma que a burguesia estará em um conflito eterno contra o proletariado, pois esses empresários estariam, de acordo com ele, numa busca incessante por lucro. Contudo, práticas de humanização de empresas são exemplos de mudança desse pensamento arcaico, fazendo com que empresas irresponsáveis e desumanas sejam malvistas e que essas caracteristicas afetam sua eficiência no mercado.
No ano de 2015, destarte, ocorre o rompimento de uma barragem em Mariana, Minas Gerais, como responsavel a empresa Vale com milhares de vítimas, além das perdas materiais, é um típico exemplo de empresa que, por conta da sua irresponsabilidade, tem a opinião pública afetada. Dessa maneira, a humanização da empresa, com novos projetos de combate à pobreza e melhora no tratamento com funcionários é a forma mais eficiente de uma empresa ser reconhecida positivamente.
O pai do liberalismo econômico, assim, Adam Smith afirma que o mercado se autorregula, com a mão invisível, logo empresas de caráter desumano e antiquados não sobreviveram no mercado internacional devido as novas mudanças. Consequentemente, o empreendedorismo pode, desde que humano, enfrentar a crise econômica mundial e a pobreza no Brasil, pois irá desenvolver mais empregos após a efetividade de vendas.
Portanto, é ideal que exista maior entrega e devoção das empresas para a população, gerando gratidão pelos motores da economia nacional. Dessa maneira, é necessario que o Ministério da Economia, que em parceria com empresas privadas, se desenvolva linhas de crédito para novos empreendedores, enquanto essas empresas privadas forneçam cursos para que esse novo empresário possa de desenvolver na área. Enquanto isso, o Governo Federal deve estimular a facilitação dos impostos para novas empresas, fazendo com que elas se desenvolvam melhor.