O empreendedorismo social e o combate à pobreza no Brasil

Enviada em 07/09/2021

No filme Cruella, um protagonista abandona seu trabalho em uma ateliê de renome para criar sua própria marca de roupa. Tal que atitude Brasil atual, em que observa-se a ascensão da empreendedora. Visto que, durante a Pandemia do COVID-19, muitos recorreram a esta, porém conduz à precarização do trabalho.

Segundo dados do SEBRAE, cerca de 293,2 mil empregos autônomos foram criados. Pois existem altas taxas de taxas de emissão em empresas, devido a crise associada a Pandemia, o que leva a população a buscar diferentes alternativas. Como abrir seu próprio negócio ou por algum aplicativo.

Por conseguinte, há o aumento no setor informal, em que há quebra de vínculos trabalhistas, por exemplo o direito a férias, décimo terceiro, e carteira assinada. Isto é, tornando o trabalho precarizado, e prejudicando trabalhadores. Bem como, as relações trabalhistas expostas no filme Tempos Modernos, de Charles Chaplin.

Portanto, é necessário garantir direitos também para autônomos e terceirizados. Para isso, é preciso a criação da “Carteira do Empreendedor”, por meio de uma lei elaborada pelo Ministério do Trabalho, que prevê a carteira assinada pelo governo ou empresas de aplicativos após, e durante metas estipuladas e alcançáveis. A fim de promover o empreendedorismo e erradicar a precarização do serviço.