O empreendedorismo social e o combate à pobreza no Brasil
Enviada em 14/10/2021
O filósofo Nicolau Maquiavel afirma que “empreendedores são aqueles que entendem que há uma pequena diferença entre obstáculos e oportunidades e são capazes de transformar ambos em vantagem”, assim faz, de certo modo, uma comparação sobre os benefícios de empreender. Logo, o empreendedorismo social no Brasil deve ser expandido. Nesse prisma, é de extrema necessidade políticas públicas de incentivação a fazer novos negócios para enfrentar problemáticas na sociedade, para que possa haver melhora de qualidade de vida da população e também proporcionar um futuro promissor para as gerações futuras.
Sob essa perspectiva, convém enfatizar que ato de empreender é relcionado, em sua maioria, como forma de sair de uma situação de dificuldade, sendo deixado de lado o investimento e a tranformação que tal ação é capaz de proporcionar. Nessa óptica, durante a pandemia imposta pelo coronavírus, de acordo com Eliezer Sales, gestor de negócios do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), para fazer empreendedorismo na pandemia é inovação, assim como em qualquer crise. Sob esse viés, a criação de novos negócios nesse período foi atribuído a situações onde pessoas foram para essa área por necessidade, e não para o bem comum. Sendo assim, é notório a existência de um empreendedorismo forçado na sociedade que visa apenas o lucro individual, quando na verdade deveria ser de maneira igualitária para que todos saiam ganhando.
Outrossim, é indubitável que o empreendedorismo é uma necessidade no combate a pobreza, sendo aderido por muitos indivíduos como forma de sair de uma situação de vunerabilidade, afim de sanar as dificuldades. Dessa forma, segundo uma pesquisa de 2017 feito pelo IBGE, cerca de 13,5 milhões de brasileiros vivem na miséria, sendo uma situação causadas pricipalmente pela falta de oportunidade e de políticas públicas, as quais deveriam ser usadas para incentivar a população.
Em vista dos fatos supracitados, faz-se necessário a adoção de medidas que venheam ampliar o empreendedorismo social no Brasil. Por consequinte, cabe ao Estado criar planejativos que possam incentivar a população ao ato, afim de proporcional um bem comum e combater a pobreza. Somente assim, o empreendedorismo possa vir a parar de ser apenas o ato de empreender, mas sim social, para que todos possam usufluir disso.