O empreendedorismo social e o combate à pobreza no Brasil

Enviada em 15/10/2021

No país, a população pobre muitas das vezes tem que encarar situações difíceis, como a falta d’água, de energia, alimentação, etc. Mesmo com apoio do governo, ainda existem famílias que dependem de outros meios para poder se sustentarem, algo que foi agravado pela pandemia do Covid-19. No entanto, o empreendedorismo social visa ajudar aqueles que não possuem esses privilégios, tornando as vidas deles melhores.

E além disso, esse tipo de ação também pode gerar lucros para os próprios realizadores de tal projeto, que pode ajudar uma empresa a crescer, como o lançamento da água AMA, da Ambev em 2017, que 100% das vendas financiam projetos para garantir recursos hídricos em regiões em que a água é escassa, como no Nordeste, por exemplo, onde há predominância de biomas como a Caatinga.

No entanto, existem certos fatores que ainda impedem que o empreendedorismo social seja mais utilizado. Por exemplo, a falta de investimentos pode se mostrar prejudicial, especialmente para empresas pequenas que não possuem modo de financiar seu negócio, pois de acordo com o Portal da Indústria, há dificuldade para garantir um empréstimo, devido a alta taxa de juros, prazos curtos, etc. Além disso, muitas organizações necessitam de arrecadamento, como o programa Criança Esperança, dependendendo da divulgação e alcance a outras pessoas.

Portanto, é importante que os empreendedores tenham acesso primeiramente aos recursos financeiros necessários, principalmente pelo microcrédito, que muitos bancos no Brasil oferecem atualmente. E é essencial que a empresa use veículos de comunicação para trazer atenção à causa promovida, como a televisão ou redes sociais. Desse modo, problemas sociais podem ser aliviados com a ajuda dessas organizações.