O empreendedorismo social e o combate à pobreza no Brasil

Enviada em 09/09/2022

A Constituição de 1988 garantiu o direito a igualdade a todos os indivíduos. No entanto, quando se observa o atual panorama da pobreza no Brasil, percebe-se que tal direito ainda não saiu definitivamente do papel. Nesse sentido, é preciso entender suas causas para pensar em melhorias e avanços.

Em primeiro lugar, vale ressaltar que o problema está ligado a questões políticas. A falta de gestão pública voltada para diminuir a desigualdade no Brasil é pouco desempenhada, uma vez que o número de pessoas com acesso a moradia, saneamento básico e educação vêm sendo bem precário de acordo com o IBGE. Outro ponto importante é sobre o país ser um dos maiores exportadores de alimentos e ao mesmo tempo ser um dos países com o maior número de pessoas em situação de fome. Nesse contexto, percebe-se a discrepância em relação a problemática, visto que, devido a falta de ações eficientes para atender a população, o problema ainda persiste.

Em segundo lugar, essa circunstância é corroborada por fatores sociais e econômicos. O documentário “Garapa” retrata a vida de famílias que vivem no Nordeste, o qual evidencia a dificuldade e pobreza no sertão nordestino, em que o número de crianças que passam fome e o nível da pobreza, só aumenta. Tal característica é bem comum na região, a qual expressa a dificuldade no acesso a saúde, educação e moradia. Além disso, com a desconcentração para o Sudeste, o estado sofre um momento de perdas: mão de obra qualificada e investimentos. No qual, evidencia um dos motivos para essa região ser uma das que mais sofrem com a pobreza e desigualdade.

Torna-se evidente, portanto, que o problema apresenta entraves que necessitam ser revertidos. Para isso, cabe ao Governo Federal em parceria dos estados e municípios, Mídia e ONGs criar planos e metas sobre a questão.Logo, é necessário que o governo em prol dos municípios possa introduzir melhores sistemas de inclusões para a população, para atender comunidades mais carentes e conferir atendimentos essenciais como o saneamento básico, saúde e educação. Tal meio poderia ser feito com mais investimentos e melhores oportunidades para a sociedade.