O espaço das mulheres no cenário político
Enviada em 31/10/2023
A Constituição Federal de 1988 alega que todos são iguais perante a lei, dessa forma, isenta os cidadãos de qualquer tipo de segregação. Contudo, a falta de mulheres no espaço político se contrapõe ao direito de isonomia previsto na carta cidadã. Nessa lógica, isso ocorre não apenas devio à ineficácia estatal, mas também pela disseminação de estereótipos que limitem o papel das meninas na sociedade.
Primordialmente, a inércia estatal é propulsora da ausência feminina no cenário político. Nesse viés, o filosofo John Locke defende a teroria do contrato social, em que é obrigação governamental garantir o bem-estar do corpo social. No entanto, a esfera legislativa falha ao não propor leis que tornem obrigatória a presença de mulheres em ,ao menos, 50 por cento dos cargos políticos. Consequentemente, o contrato de Locke é quebrado, pois a falta de meninas na admistração do país é um refelxo da falta de isonomia e a inoperância governamental acerca dessa problemática e isso é inaceitável. Por isso, a criação de leis que garantam a igualdade de gênero é imprescindível.
Além disso, estigmas associados ao trabalho feminino fora do lar prejudicam a participação das mulheres na esfera política. Nessa conjuntura, a filósofa Bretty Friedan alega que foi disseminado, socialmente, estereótipos que limitem o papel da mulher ao lar e aos filhos e isso influência os costumes hodiernos. Paralelamente, os paradigmas machistas descritos por Bretty, prejudicam as meninas a assumirem papéis secundários, como deputadas e governadoras e , assim, a equidades entre os sexos é prejudicada. Por isso, é necessário que a mídia conscientize a sociedade para a superação de estigmas associados a presença feminina no cenário político.
Por conseguinte, a inércia estatal e os estigmas socias precisam ser superados. Portanto, o Governo federal -órgão responsável pelo poder executivo- deve criar uma lei que obrigue a presença feminina em 50% por cento dos cargos políticos. Dessa forma, essa ação será realizada por meio de um projeto de leis entregue à Câmara dos Deputados, a fim de que garantir igualdade de gênero na política Ademais, as mídias deverão publicar lives que desmistifiquem estereótipos machistas e ,somente assim, os direitos da carta Magna serão possíveis.