O esporte como ferramenta de inclusão social no Brasil
Enviada em 01/09/2025
Na grécia antiga, as olimpíadas surgiram como uma forma de homenagear os deuses gregos e, portanto, associado ao mito e a religião. No entanto, ganhou sentido diferente no contexto atual, pois, o esporte, tanto de alto rendimento, praticado por profissionais, ou amadores, funciona como ferramenta de inclusão e transformação da realidade social. Nesse sentido, a inclusão social promovida pelo esporte é necessária para garantir a harmonia e a coletividade da sociedade.
Pricipualmente, é dever do Estado e Constitucional, garantir a segurança e a qualidade de vida das pessoas. Desse modo, o esporte adaptado às pessoas portadores de deficiência contribui para erradicar e desmistificar estereótipos preconceituosos, como a inabilidade de sociabilidade. Consoantemente, a inclusão promovida por essa modalidade de esporte, reflete valores sociais positivos, como solidariedade e fraternidade coletiva, assegurando o direito a dignidade como pessoa humana.
Outrossim, estatísticas e pesquisas publicadas pelo projeto “O Segundo Tempo Pan/Social”, acerca das comunidades do Estado do Rio de Janeiro, demonstram que o contato com o esporte reduz o indivíduo a exposição do cenário do crime, consequentemente, afeta diretamente aos gastos com o setor prisional mantido pelo Estado. Destarte, o investimento em infraestruturas e tecnologias de ponta pelo Estado, no esporte, e a extensão de políticas públicas, possibilita a inserção e permanência de jovens que se encontram em situações socieconomicamente desfavorecidas. Sendo assim, indivíduos vulneráveis podem encontram qualidade de vida e oportunidades financeiras, como ser um profssional, em um ambiente seguro.
Portanto, é dever do Estado investir em infraestrutura, assegurando a permanência do indivíduo ao ambiente esportivo e realizar parcerias com os Governos dos Estados, criando políticas que gerem retorno financeiro aos envolvidos atrávés de sansacionamento de leis. Com isso, reduz a desigualdade e asseguram oportunidades aqueles indivíduos vulneráveis. Agindo assim, o Estado estará caminhará para um futuro livre de preconceitos e inclusivo as pessoas.