O esporte como ferramenta de inclusão social no Brasil
Enviada em 22/10/2018
“O esporte tem o poder de mudar o mundo”. A frase proferida pelo ex-presidente sul-africano, Nelson Mandela, destaca como as atividades desportivas têm a capacidade de modificar realidades. Ademais, o esporte representa uma poderosa ferramenta de inclusão social no Brasil. Nesse contexto, convém analisar com tal atividade pode influenciar crianças e jovens e melhorar sua condição de vida.
A princípio, é possível ressaltar que vários jovens venceram condições econômicas adversas e tornaram-se grandes nomes no cenário mundial, como jogadores de futebol, de basquete, corredores de rua, entre outras modalidades. Nessa perspectiva, de acordo com a Organização das Nações Unidas (ONU), é preciso potencializar, substancialmente, as habilidades das crianças no esporte e na educação, para construir um mundo melhor. Por isso, não há dúvidas de que a prática esportiva é de suma importância e pode ser considerada um instrumento de inserção coletiva.
Além disso, cabe ressaltar que a campeã olímpica Rafaela Silva, nascida na favela carioca, provou que o judô pode mudar, consideravelmente, a realidade das pessoas. Segundo o jornal O Globo, a judoca recebia a Bolsa Pódio, iniciativa do Ministério do Esporte (ME), destinada aos atletas. É inquestionável que os programas do governo direcionados a estas atividades colaboram, certamente, para garantir cidadania, como aponta Nelson Mandela.
Dessa forma, para assegurar que o esporte seja um mecanismo de transformação da população brasileira é necessário, portanto, maior atuação do Estado. Nesse sentido, o Governo Federal deve, por intermédio do ME, financiar mais projetos esportivos sociais, principalmente em áreas de maior vulnerabilidade, por meio de parcerias entre empresas privadas, para oportunizar um futuro mais digno aos pequenos cidadãos. Espera-se, com isso, proporcionar a integração da juventude brasileira e fortalecer sua cidadania.