O esporte como ferramenta de inclusão social no Brasil

Enviada em 23/04/2019

Desde o Iluminismo, entende-se que uma sociedade só progride quando um se mobiliza com o problema do outro. No entanto, quando se observa " O esporte como ferramenta de inclusão social no Brasil “, hodiernamente, verifica-se que esse ideal iluminista é constatado na teoria e não desejavelmente na prática e a problemática persiste profundamente ligada à realidade do país.

É indubitável que a questão constitucional e a sua aplicação estejam entre as causas do problema. Segundo o filósofo grego Aristóteles, a política deve ser utilizada de modo que, por meio da justiça, o equilíbrio seja alcançado na sociedade. Em primeira análise, de maneira congênere, é possível perceber que, no Brasil, o esporte como ferramenta de inclusão social rompem essa harmonia, haja visto que, a inclusão da juventude no esporte brasileiro exigem tempo, trabalho coordenado e planejamento. Além disso, segundo pesquisas da ONU em 2017, o índice do esporte como ferramenta de inclusão social no Estados Unidos foi o que mais deu resultado no mundo. Assim sendo, o Estados Unidos foi o país que mais investiu tempo trabalho coordenado e planejamento na área, dessa forma, foi o país com maior números de medalhas nas olímpicas.

Ademais, destaca-se a falta estimulação e investimentos em meios de inclusão social como o principal impulsionador do problema. De acordo com Durkheim, o fato social é uma maneira coletiva de agir e de pensar, dotada de exterioridade, generalidade e coletividade. Seguindo essa linha de pensamento, como reflexo disso, é importante pontuar, de início, a omissão do governo quanto à inclusão dos jovens brasileiros no esporte. À guisa de Kant, o ser humano é aquilo que a educação faz dele. As escolas brasileiras , entretanto, negligenciam o esporte como ferramenta de inclusão social ao não da apoio esse tipo de inclusão ou negarem a ter estruturas para os esportes nas escolas. Como reflexo de uma população ignorante, 8,8% das escolas brasileiras não tem quadras de voleibol, futebol, basquete, segundo pesquisas recentes do jornal EXTRA.

É notório, portanto, que ainda há limitações para garantir a solidificação de políticos que visem a construção de um mundo melhor. Destarte, o Ministério da Educação conjugue com o Ministério do Esporte deve fazer políticas como a do Estados Unidos, que é investir tempo trabalho coordenado e planejamento na área, por meio de leis mais efetivas que defendam a inclusão de jovens no esporte brasileiro, um maior investimento em esportes com menor visibilidade, uma maior valorização dos atletas olímpicos brasileiros, para, assim, o país alavancar e superar essa problemática.