O esporte como ferramenta de inclusão social no Brasil
Enviada em 23/06/2019
Em consoante com as Olimpíadas da Grécia Antiga, derivada de festivas realizados em homenagem ao deus grego Zeus, ocorriam no século VIII. Nesse contexto, os jogos só podiam participar homens livres, falantes da língua grega e em pleno gozo do seus direitos de cidadão, mulheres eram proibidas, pois tinham uma competição própria, a Heraea. Entretanto, hodiernamente no Brasil, se tornaram frequentes o incentivo ao esporte na inclusão social. Isso ocorre, tanto pela história e influencia do estado, quanto pela integração à saúde.
Nessa circunstâncias, durante o século XIX, a prática foi trazida com mais intensidade no Brasil, bem como, o futebol, remo e turfe - corrida de cavalos - eram um iniciativa autônoma e puramente social, sem influencias do estado, porém, com intuito de desestimular a capoeira que eram considerada ilegal. Com isso, o estado estimulou o futebol na década seguinte, ainda mais desde o inicio do esporte, não foi incentivo como uma prática saudável, mas com alternativas de interesse governamentais. Ora se um governo se omite diante de uma questão tão importante, entenda-se, o porquê de sua continuação. Em decorrência disso, faz-se mister a reformação dessa postura estatal de forma urgente.
Outroassim, a Constituição Federal garante o direito à saúde para qualquer indivíduo. Contudo, é imperioso destacar que a integração à saúde, deriva ainda da indiferença governamentais, no que concerne à criação de mecanismos que coíbem tais recorrências. Isso se torna mais claro ao observar que o país brasileiro esta entre os dez primeiros na colocação de obesidade infantil, que causa prejuízos futuros à saúde destas crianças. Dessa maneira, é substancial a alteração desse quadro que vai de encontro à possibilidade de escolha inerente ao ser humano.
Destarte, portanto, que o incentivo ao esporte enquanto forma de inclusão social no Brasil do século XXI. Logo, cabe o Governo Federal, com ações do Ministério do esporte, alerte a população por meio de campanhas nos rádios, TVs e rede sociais, sobre os riscos desse preconceito. Além disso, as universidades e escolas precisam, por intermédio de palestras, projetos e debates, promover reflexões sobre o incentivo do esporte na inclusão social e as consequências para a vida futura, que mostra evitar a exclusão social. Neste sentido, constitui-se, então, uma sociedade mais fiel aos princípios da Constituição Federal de 1988.