O esporte como ferramenta de inclusão social no Brasil
Enviada em 30/06/2019
Os Jogos Paraolímpicos é um evento reconhecido mundialmente que inclui atletas com deficiência física e mental. Sendo o Brasil um país com grande desigualdade social e alto índice de criminalidade, o esporte se tornou um dos meios de integração e inclusão social entre os brasileiros menos favorecidos. Primordialmente, a desigualdade social é o principal fator que gera a fragmentação de uma sociedade entre os indivíduos que possuem privilégios sociais e os que não possuem. Dessa forma, o esporte capacitou indivíduos carentes, principalmente jovens, a atingirem uma melhor qualidade de vida e terem perspectiva do futuro. Assim como ocorreu com a jogadora de basquete feminino, Bianca Araújo, onde desde os 7 anos de idade era catadora de lixo nas ruas de Santo André, ao lado da mãe e do irmão e, atualmente, é uma das promessas do basquete brasileiro. Ademais, em regiões periféricas onde a maior parte do tempo dos jovens estão nas ruas, expostas a marginalidade e sem segurança, se sentem acolhidos pelo esporte, uma vez que ele traz entretenimento, proximidade com outros colegas e oportunidades de prosperidade para aqueles que amam a prática. Sob o mesmo ponto de vista, diz o secretário João Ghizoni “uma criança praticando esporte custa ao poder publico 10 vezes menor do que um presidiário, e forma cidadão para o futuro”. Em virtude dos fatos expostos, é necessário que o Ministério do Esporte com colaboração de profissionais e professores da área, levem projetos de diversos jogos esportivos para as regiões com menos acessibilidade, afim de despertar o hábito e o interesse pelo esporte, além do conhecimento. É essencial também, a construção de quadras e espaços como academias de artes marciais para a prática do esporte com uma maior comodidade e suporte. Dessa maneira, o esporte pode se tornar a ferramenta capaz de mudar o quadro atual do Brasil.Os Jogos Paraolímpicos é um evento reconhecido mundialmente que inclui atletas com deficiência física e mental. Sendo o Brasil um país com grande desigualdade social e alto índice de criminalidade, o esporte se tornou um dos meios de integração e inclusão social entre os brasileiros menos favorecidos. Primordialmente, a desigualdade social é o principal fator que gera a fragmentação de uma sociedade entre os indivíduos que possuem privilégios sociais e os que não possuem. Dessa forma, o esporte capacitou indivíduos carentes, principalmente jovens, a atingirem uma melhor qualidade de vida e terem perspectiva do futuro. Assim como ocorreu com a jogadora de basquete feminino, Bianca Araújo, onde desde os 7 anos de idade era catadora de lixo nas ruas de Santo André, ao lado da mãe e do irmão e, atualmente, é uma das promessas do basquete brasileiro. Ademais, em regiões periféricas onde a maior parte do tempo dos jovens estão nas ruas, expostas a marginalidade e sem segurança, se sentem acolhidos pelo esporte, uma vez que ele traz entretenimento, proximidade com outros colegas e oportunidades de prosperidade para aqueles que amam a prática. Sob o mesmo ponto de vista, diz o secretário João Ghizoni “uma criança praticando esporte custa ao poder publico 10 vezes menor do que um presidiário, e forma cidadão para o futuro”. Em virtude dos fatos expostos, é necessário que o Ministério do Esporte com colaboração de profissionais e professores da área, levem projetos de diversos jogos esportivos para as regiões com menos acessibilidade, afim de despertar o hábito e o interesse pelo esporte, além do conhecimento. É essencial também, a construção de quadras e espaços como academias de artes marciais para a prática do esporte com uma maior comodidade e suporte. Dessa maneira, o esporte pode se tornar a ferramenta capaz de mudar o quadro atual do Brasil.