O esporte como ferramenta de inclusão social no Brasil
Enviada em 19/10/2019
O homem está correlacionado ao esporte desde os primatas quando fugiam de animais predadores, lutavam por áreas e disputavam domínios no início da coletividade. Por isso, acredita-se que a mais antiga forma de atividade humana, depois da alimentação, é o esporte. Desse modo, além de fazer parte da história e cultura da sociedade, é um importante mecanismo de transformação social e ainda promove uma melhor qualidade de vida.
A princípio, está claro que o esporte reduz os números de jovens nas ruas e consequentemente os afastam do tráfico. Nesse contexto, em lugares com programas de apoio ao esporte para crianças e adolescentes, houve uma queda anual de 30% nos índices de criminalidade, segundo as Organizações Unidas para Educação (Unesco). Nesse contexto, esses exercícios promovem a inclusão social desses jovens e os proporcionam uma expectativa de vida que possivelmente não existia anteriormente.
Ademais, exercícios físicos, proveniente da prática esportiva, são essenciais para ter uma vida saudável. Nesse diapasão, as atividades físicas promovem benefícios importantes para a saúde e longevidade, visto que diminuem a probabilidade de desenvolver doenças como diabetes e hipertensão, além de ajudar na saúde psíquica relacionadas ao estresse e depressão, de acordo com o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC).
Em suma, está claro que a participação do esporte possibilita a inclusão social e melhorias no estilo de vida do indivíduo, e essas devem ser asseguradas pelo governo. Portanto, é imprescindível o auxílio do Ministério do Esporte, principal competência que rege os investimentos nesse setor, no incentivo da prática esportiva, por meio de corridas, campeonatos e aulas gratuitas, objetivando a inclusão social, independente de classe social, cor e raça, e retirar os jovens das ruas e consequentemente das drogas.