O esporte como ferramenta de inclusão social no Brasil
Enviada em 25/10/2019
Karl Marx acertou ao afirmar que é preciso modificar o mundo. Um olhar em direção a realidade confirma que viver em sociedade significa estabelecer propósitos coletivos. Outrossim, no panorama atual o esporte se mostra uma saída para a falta de empatia e exclusão social no Brasil, sendo incorporados na rotina infantil para o combate a violência. Sendo assim, a exclusão social se torna um problema de cunho governamental, merecendo um olhar crítico coletivo a fim de minimizar esse impasse.
Sob essa conjuntura, alienados pelos valores líquidos da atualidade, a população posterga à atenção para as minorias, negligenciando a importância do respeito coletivo. Nesse entrave, o olhar social para indivíduos marginalizados é necessário para a mudança e expectativa de vida. De fato, a criação de projetos esportivos como o futebol e o balé nas comunidades carentes, transfiguram a mentalidade das crianças e às apresenta uma oportunidade de mudança de vida. Assim sendo, os princípios de Durkheim são evidenciados, cuja relação condicional do indivíduo com a sociedade é o princípio para as melhorias social.
Pelo exposto, o esporte como refúgio para a diminuição da exclusão social é perceptível. Essa atitude tem por conseguinte a inserção de pessoas com necessidade especial (PNE) na sociedade, podendo ter contato direto com outros alunos e a sensação de abrigo e inclusão, bem como o crescimento pessoal mais acessível, como a participação em paralimpíadas e, por isso, melhora da saúde mental. Do mesmo modo a prática de esportes na infância desloca os olhares juvenis da criminalidade para a oportunidade de ser um atleta bem sucedido. Isso prova a teoria de Freud que explica a repercussão das vivências da infância influenciadas na vida adulta.
Em suma, a inclusão do esporte