O esporte como ferramenta de inclusão social no Brasil
Enviada em 25/10/2019
No ano 776 a.C., foi criado os Jogos Olímpicos, no qual o objetivo era homenagear os deuses gregos. Apesar de centenas de anos após sua formação, tais jogos permanecem presentes, porém com conceitos diferentes, particularmente como objeto crucial de inclusão social na comunidade brasileira.Entretanto, isso se torna falho, uma vez que pessoas marginalizadas têm a prática prejudicada, além do escasso investimento governamental. Diante disso, torna-se necessária a análise dos fatos que levam a essa problemática.
A Lei 11.438 garante que empresas invistam parte do seu imposto de renda voluntariamente para o desenvolvimento do esporte brasileiro. Todavia, devido a diversos empecilhos - como o número reduzido de empresas dispostas à doar e a desvios monetários- moradores de comunidades e de bairros afastados não são introduzidos diretamente na prática esportiva.
Ademais, vale ressaltar que a falta de verbas disponíveis no Estado corrobora a desigualdade da população. Embora exista quadras públicas e projetos, eles não são totalmente inclusivos, dado que estão presentes apenas em regiões pontuais. Em consequência disso, faz-se necessário a expansão de projetos esportivos com princípios solidários que alcance todos os estados do Brasil.
Fica evidente, portanto, a imprescindibilidade da inclusão social no atual panorama brasileiro. Dado o exposto, cabe ao Ministério do Esporte promover iniciativas públicas como a construção de novas quadras, aumentando as verbas, com o intuito de homogeneizar o acesso ao esporte. Concomitantemente à isso, o Ministério da Cultura deve incentivar por meio de propagandas em mídias sociais, como internet e televisão, a participação efetiva da população, para desse modo garantir harmonia social no Brasil.