O esporte como ferramenta de inclusão social no Brasil

Enviada em 06/04/2020

Proposto por Ludwig Guttaman ,em 1943,o esporte paraolímpico teve sua primeira aparição,mas só foi concretizado como uma competição em 1960,em Roma. O Brasil,por sua vez,participou a partir de 1972, Apesar dos desafios que esses atletas enfrentam pela falta de investimentos ,são grandes percussores motivacionais a jovens e adultos especiais.

Várias figuras importantes  motivam  a inserção de jovens  nos esportes paraolímpicos.Natural de Campinas São Paulo,Daniel de Farias Dias,nasceu com má formação congênita dos membros superiores e na perna direita,que inspirado pelo esportista Clodoaldo Silva,ingressou na natação,aos dezesseis anos e atualmente é o maior atleta brasileiro em número de medalhas.Em suas palestras,Dani Dias,como conhecido,aborda que tudo é possível quando o esforço é máximo e também “Deficiente é uma palavra limitante e que classifica a pessoa. Deficiências e limites todos nós temos. Portanto, não sou um atleta deficiente, sou um atleta paraolímpico”.

Segundo o DataSenado em parceria com o Gabinete do Senado Romário,em entrevista com seiscentos e sete paratletas, 88% acredita que que os investimentos prestados pelo governo é insatisfatório. Isso se deve a não visão de que o engajamento nas atividades físicas são de extrema importância como meio motivacional,de autoestima e de inclusão social,que permite a essas pessoas uma nova oportunidade de se desafiarem  e de se sentirem úteis e capazes.

Dessa forma é preciso que investimentos governamentais sejam direcionadas as escolas,para que estas desenvolvam uma infraestrutura qualificada e profissionais competentes que dominem as práticas esportivas e também auxilio psicológicos,além de um patrocínio a ONG´s que já desenvolvem esse tipo de trabalho.“Toda pessoa com deficiência tem direito à igualdade de oportunidades com as demais pessoas e não sofrerá nenhuma espécie de discriminação” — é o que diz a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência.