O esporte como ferramenta de inclusão social no Brasil
Enviada em 13/04/2020
A hipófise cerebral produz os hormônios conhecidos popularmente como “hormônios da felicidade”; a endorfina, a dopamina, a serotonina e a oxitocina são liberadas no nosso cérebro quando terminamos de fazer alguma atividade fisíca, como uma corrida, por exemplo. No Brasil, os esportes no geral, não são devidamente valorizados. Contudo, o mesmo atua como ferramenta de inclusão social, por isso, essa área deveria receber a atenção e os recursos necessários.
Em primeiro lugar, vale ressaltar que o esporte proporciona uma alternativa para a escola. No sistema de educação brasileira as escolas privadas são, majoritariamente, as melhores do país, porém, é a minoria que possui acesso à esse tipo de educação. Sendo assim, certa parte da juventude pode dedicar-se aos esportes como um meio para tornar-se um profissional na área escolhida.
Sob esse viés, é claro o legado socioeducacional deixado pelos atletas e seus treinadores. A Olimpíada de 2016 no Rio de Janeiro é o exemplo desse fato com todo o investimento feito na cidade litorânea para sediar esportistas, treinadores e turistas do mundo inteiro. Com isso, inúmeros empregos foram produzidos além da excitação que causou em toda a sociedade não apenas carioca, mas, sim, brasileira.
Em suma, faz-se mister que o Estado faça todos os investimentos necessários, principalmente os previstos pela Lei de Incentivo ao Esporte, por meio do Ministério da Cidadania, a fim de utilizar o esporte como uma ferramenta de inclusão social no Brasil. Tal atitude é interessante para o país com a finalidade de ser reconhecido internacionalmente, não somente pelo futebol, mas também por outras atividades desportivas.