O esporte como ferramenta de inclusão social no Brasil

Enviada em 02/09/2020

Desde a Antiguidade Clássica, os jogos olímpicos eram muito desfrutados pela sociedade. Entretanto, mesmo com popularidade que o esporte exerce, muitas crianças não têm a oportunidade de usufruir. Dessa forma, infere-se a falta de infraestrutura oriundos da ausência da educação para a camada mais pobre da sociedade, da qual resulta em jovens desamparados e sem oportunidades de crescer na vida economicamente.

Em primeiro plano, para Nelson Mandela, a educação é a melhor forma de mudar o mundo. Nesse viés, nota-se que a falta de políticas públicas em relação ao esporte é um fator determinante para a problemática. Haja vista a falta de infraestrutura nas escolas diminui o estímulo da prática. Sob o mesmo ponto de vista, as consequências resulta-se no sedentarismo e na falta de oportunidade daqueles que querem trabalhar no meio esportivo.

Ademais, o esporte é um meio de inclusão social. Desse modo, exemplifica-se a jogadora de basquete feminino, Bianca Araújo, que era catadora de lixo e transformou-se em uma profissional qualificada e bem sucedida. Nesse contexto, segundo as estatística do projeto Segundo Tempo Pan Social, 99% das crianças recrutadas estão na escola. Logo, pode-se mencionar que um jovem com os devidos recursos e oportunidades, oferecidos por políticas públicas no ambiente escolar, tem mais chances de sair da pobreza extrema e consequentemente abaixa as taxas exorbitantes de desemprego no país.

Em suma, medidas podem ser tomadas para a resolução da problemática. Portanto, o Ministério da Educação deve outorgar mais oportunidades no esporte para os jovens, por meio de um projeto de lei entregue a Câmara. Dessa maneira, exemplifica-se a implementação de uma boa infraestrutura, condições de treinamento e disponibilização de patrocínio. Além disso, uma assistência especial a família dos atletas de renda baixa. Posteriormente, espera-se que o esporte seja democratizado, como uma forma de inclusão social.