O esporte como ferramenta de inclusão social no Brasil

Enviada em 20/10/2020

Após a chegada da família real ao Brasil, houve a intensificação dos investimentos na cultura, foto que é refletido na introdução de novas práticas esportivas, como, por exemplo, a natação. Sob essa perspectiva, essa ação da coroa lusa do século XIX exerce grande importância na inclusão das minorias na sociedade atual, pelo fato do acesso ser livre a todos. Portanto, por ser uma relevante ferramenta nas questões econômicas e socias, deve-se estimular a inserção dos indivíduos no esporte.

Em primeiro plano, cabe analisar que muitos atletas são de áreas periféricas, nas quais além de geralmente residir pessoas de classe menos abastadas, ainda há a presença do crime organizado. Nesse sentido, a frase “quem segura um fuzil, quando menor sonhava em ser jogador de bola, mas sem dinheiro não decola” da música Favela Vive 3, mostra uma realidade brasileira. Nessa conjuntura, nota-se que o esporte é uma importante mecanismo na ascenção econômica e, por consequência na inclusão de jovens marginalizados. Assim, com essa inclusão, a chance não se associarem às práticas criminosas são minimizadas, o que usualmente ocorre pela falta de oportunidade.

De outro modo, no Brasil, pela herança colonial de uma cultural machista, observa-se que o esporte masculino é mais exaltado em detrimento aos outros gêneros. Nesse viés, o físico Albert Einstein teoriza que “é mais fácil desintegrar um átomo do que um preconceito”. Entretanto, é notável que ações atuais vão contra esse pensamento, como por exemplo na inclusão da trans Tifanny na liga de vôlei feminina. Por conta disso, percebe-se que a prática esportiva também é um fator relevante na inserção dos grupos que são julgados pela sociedade.

Em suma, fica evidente que o esporte é um instrumento necessário para o progresso social. Dessa forma, é precípuo que os municípios que possuem o crime organizado como um problema, por meio de investimentos nessas áreas conturbadas, criem campos, quadras e ginásios que possam proporcionar aos jovens e adultos o acesso gratuito à esses locais. Ademais, essa intervenção tem o propósito de evitar o ingresso na criminalidade. Otrossim, os times profissionais, por meio de um consenso geral entre os presidentes, elaborem cotas que estimulem a entrada de atletas trans e LGBT nas equipes. Desse modo, isso possui fito de incentivar indivíduos que se identificam com o mesmo gênero a ingressar no esporte e quebrar com o preconceito existente. Por fim, as ações que estão sendo inplementadas desde a colonização o século XIX, promoverão diversos benefícios à sociedade.