O esporte como ferramenta de inclusão social no Brasil
Enviada em 23/11/2020
Desde a criação dos Jogos Olímpicos, na Grécia Antiga, a importância que o esporte exerce dentro de uma sociedade, como forma de interação entre pessoas, foi introduzida no mundo. Todavia, este deixa de exercer sua função, uma vez que há a supervalorização de uma modalidade, em detrimento de outras e a discriminação. Diante disto a democratização de acesso e consequente inclusão o esporte são comprometidas.
Primeiramente, é possível avaliar a resiliência do problema na esfera social ao analisar a supervalorização de certas atividades, em detrimento de outras. Nesse contexto, nota-se que, desde o fim das Olimpíadas no Brasil, em 2016, atletas de diversas modalidades passaram a sofrer com falta de investimentos, além de apoio financeiro, como é o caso de Arthur Zanetti, estrela da ginástica artística. Por conseguinte, as oportunidades passam a ser restritas apenas a determinados grupos, corrompendo a ideia do esporte como ferramenta de inclusão social.
Com efeito, a discriminação é um dos principais responsável pela não inclusão social no esporte isso acontece porque é o longo da história o esporte reproduz discriminação desde a Grécia antiga que proibia mulheres atletas até Hitler. Além disso, segundo Unicamp o racismo no esporte é o racismo sociedade, uma vez que prejudica o acesso do atleta essa modalidade, gerando desigualdade e violando o seu direito humano.
Portanto, compete ao Governo promover a criação de mais espaços públicos especializados, investindo em diversas modalidades. Essa ação deve ser feita por meio do Ministério do Esporte, uma vez que destinado à construção, não apenas de quadras para o futebol, como o objetivo de tornar está uma realidade acessível a todos. Desta forma com essas medidas a inclusão social no esporte não será mais comprometida por tais problemáticas em cotidiano do país